Anualmente, o Brasil registra cerca de 1 bilhão de reais em prejuízos à economia devido a incidência de raios. Residências, indústrias e empresas dos mais variados portes sofrem com queimas de equipamentos que são essenciais para o dia a dia, causados pelos surtos elétricos. No entanto, este tipo de distúrbio nas redes não ocorre apenas em tempestades, mas diariamente, também pela ativação de grandes motores ou manobras de rede feitas por concessionárias de energia elétrica, conhecidas como apagões ou blecautes. Portanto, todos estamos expostos aos prejuízos causados pelos surtos elétricos. Prevenir é a melhor solução. Para isso, existem os Dispositivos de Proteção contra Surtos desenvolvidos pela CLAMPER.

Logo abaixo, separamos as perguntas mais frequentes a respeito dos surtos elétricos e sobre os nossos principais modelos de DPS. Confira!

SURTO ELÉTRICO

-O que é surto elétrico?
Uma onda transitória de corrente, tensão ou ambas em um circuito elétrico.
-O que gera surto elétrico?
Os surtos elétricos são causados pelo chaveamento de máquinas elétricas, descargas atmosféricas ou manobras na rede.
-Qual a diferença entre sobretensão transitória e sobretensão temporária?
Sobretensão transitória é um fenômeno que ocorre em alta frequência e tem uma elevação abrupta de tensão em um curto período de tempo, na ordem de microssegundos, normalmente conhecida como surto elétrico. A sobretensão temporária mantem a mesma frequência da rede de energia e sofre uma elevação de tensão que perdura por mais de meio ciclo da frequência fundamental.
-Que tipo de problema os surtos elétricos podem causar?
Quando um surto elétrico causado por um raio acontece, a tensão da rede elétrica pode se elevar a mais de 5.ooo volts. Sem a proteção de um DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) os equipamentos eletroeletrônicos conectados à rede podem ser seriamente danificados ou queimados instantaneamente. No entanto, existem outras fontes de geração de surtos, que ao contrário dos raios, ocorrem cotidianamente, por inúmeras vezes ao dia; como a o liga/desliga de grandes motores. Por exemplo, toda vez que um elevador é acionado, são gerados surtos, que mesmo não atingindo a magnitude das sobretensões transitórias causadas pelas descargas atmosféricas, podem danificar gradativamente os equipamentos conectados à rede elétrica. O mesmo acontece com os chaveamentos ou manobras de rede: dependendo de sua intensidade, os surtos causados tanto no momento em que ocorre o apagão, quanto no ato de religar a energia, podem danificar ou queimar de imediato eletroeletrônicos que são essenciais para o dia a dia em empresas, indústrias, instituições e residências.
-Minha TV queimou, mesmo desligada da tomada. Por quê?
Se um raio cai, mesmo longe do local em que você está, todos os tipos de equipamentos eletroeletrônicos da redondeza estarão em risco. Isso porque, ao atingir ao solo, as descargas atmosféricas geram ondas eletromagnéticas que se irradiam por até 5km de distância. Para determinados equipamentos, apenas remover o plugue da tomada não significa garantir a sua integridade, porque todo e qualquer condutor metálico que estiver no perímetro percorrido pela onda eletromagnética gerada por um raio, receberá parcelas dessa descarga atmosférica. Justamente por isso, aparelhos como TV, Modems de Internet, Telefones, Decodificadores de TV a Cabo, que além de ligados à rede elétrica são também conectados a linhas de dados/sinal  costumam queimar em tempestades. Mesmo desconectados da rede elétrica, estes equipamentos eletroeletrônicos podem ser atingidos por surtos elétricos conduzidos por meio dos cabos que fazem a ligação (cabos coaxiais, conectores rj11, rj45) com antenas externas e vários outros tipos de comunicação de dados.
-Moro em um prédio com SPDA. Estou livre dos surtos elétricos?
Não. Mais conhecidos como para-raios, os Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) oferecem proteção para: 1) a estrutura da edificação e 2 as pessoas / animais que nela habitam. Portanto, sem o uso de Dispositivos de Proteção contra Surtos, todos os tipos de equipamentos eletroeletrônicos correm ainda mais perigo. Isso ocorre porque, quando um raio é conduzido ao solo é formada uma onda eletromagnética que percorre a estrutura da edificação até escoar pelo sistema de aterramento. Essa onda gera surtos elétricos, que podem queimar instantaneamente os aparelhos conectados às redes elétrica, de dados e sinal.

DPS

-O que é um DPS?
É um dispositivo que atenua (reduz em magnitude) sobretensões transitórias, de alta capacidade e de curta duração causadas por relâmpagos, comutação, etc.
-Quais as classes do DPS?
De acordo com a NBR IEC 61643-1, o DPS pode ser classificado em três classes, classe I, II e III. A classe I é destinada a proteção contra surtos elétricos conduzidos, provenientes de descargas atmosféricas diretas, geralmente recomendados para locais com alta exposição e/ou que sejam dotados de SPDA – Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas. O DPS classe II é destinado a proteção contra surtos elétricos ocasionados por descargas atmosféricas indiretas, ou seja, caem próximo à edificação ou as linhas de transmissão de energia ou dados. O DPS classe III é um dispositivo de proteção que deve ser utilizado próximo ao equipamento protegido. Normalmente utilizado como complemento de proteção ou em locais com baixa exposição.
-Onde devo instalar os Dispositivos de Proteção contra Surtos?

Para uma adequada proteção dos equipamentos eletrônicos sensíveis contra as descargas atmosféricas e seus efeitos, a localização dos Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) deve ser baseada no conceito de zonas de proteção, que consiste em dividir o volume da instalação a ser protegido em fronteiras. Nelas, são definidos locais com maior ou menor suscetibilidade à ocorrência de descargas atmosféricas, diretamente ou em áreas próximas à estrutura; e classificadas segundo a severidade e suportabilidade dos sistemas às sobretensões transitórias.

• ZPR0 - Zona exposta a descargas atmosféricas diretas, sem atenuação de campo eletromagnético. É subdividida em: ZPR0A - Zona fora do volume de proteção do Sistema de Proteção de Estruturas contra Descargas Atmosféricas (SPDA), exposta a descargas diretas e intensa irradiação de campo eletromagnético. Os sistemas internos podem estar sujeitos às correntes totais ou parciais da descarga.

ZPR0B - Zona dentro do volume de proteção do SPDA, porém sob intensa influência de campo eletromagnético da descarga. Os sistemas internos podem estar sujeitos às correntes parciais da descarga.

• ZPR1 - Zona na qual a corrente de surto é limitada em função da divisão de correntes desviadas pelos DPS localizados na entrada da edificação (ZPR0). Blindagens naturais podem atenuar o campo eletromagnético da descarga dentro da edificação.

• ZPR2 ... ZPRn - Zona onde a corrente de surto tende a estar mais limitada devido a divisão de correntes desviadas pelos DPS situados na ZPR1. Medidas adicionais de blindagem podem ser adotadas para atenuar ainda mais o campo eletromagnético da descarga.

-Quais informações devem ser consideradas ao especificar um DPS?
As informações mínimas que devem ser atentadas ao especificar o DPS são:
  • UC (Máxima corrente de operação contínua): É a máxima tensão eficaz ou c.c. que pode ser aplicada continuamente ao modo de proteção do DPS, sendo igual à tensão nomina;
  • Up (Nível de proteção): parâmetro que caracteriza o desempenho do DPS para limitação da tensão entre seus terminais, que é selecionado de uma lista de valores preferenciais. Este valor deve ser maior que o valor mais elevado das tensões de limitação medidas;
  • Imax (Corrente máxima): valor de crista de uma corrente através do DPS com uma forma de onda 8/20 e amplitude de acordo com a sequência de ensaio de ciclo de operação de classe II. Imax é maior que In;
  • In (Corrente nominal): o valor de crista da corrente pelo DPS, com uma forma de onda de corrente 8/20. Esta corrente é utilizada para a classificação do DPS para ensaio classe II e também para o precondicionamento do DPS para ensaios classes I e II;
  • Iimp (Corrente de impulso) - é o valor de corrente de pico Ipico e a carga Q, esse parâmetro está relacionado com o valor de corrente da descarga atmosférica direta. Esse valor deve ser considerado somente em caso de utilização de DPS classe I ou I/II.
-O que é um DP e quando preciso utilizá-lo?
DP – Dispositivo de Proteção contra sobrecorrentes – também conhecido como Dispositivo Backup é um elemento, seja ele fusível ou disjuntor, ligado em série com o DPS, que tem por finalidade desconectar o DPS da linha de energia ao final de vida útil do DPS ou eliminar um curto-circuito que ocorra por falha do DPS. Cada linha de DPS da CLAMPER – VCL, SCL, DCL, entre outros – possuiu um valor de máxima corrente de curto-circuito sem DP. O DP deve ser utilizado caso a corrente de curto circuito (Icc) seja superior ao valor máximo de corrente sem DP do DPS. O DP deve possuir corrente nominal inferior ou no máximo igual ao valor indicado na ficha técnica do DPS.
-O que significa as formas de onda 8/20µs e 10/350µs?
O padrão 8/20µs caracteriza a forma de onda induzida em nossas instalações elétricas por uma descarga atmosférica indireta, já o padrão 10/350µs é a forma de onda conduzida até nossas instalações ocasionada por uma conexão direta de uma descarga atmosférica.

FAMÍLIA VCL

-Qual é o elemento de proteção utilizado na linha de DPS VCL?
A linha VCL possuiu como elemento de proteção contra surtos elétricos o Varistor, que possuiu um excelente custo benefício. Capaz de operar em correntes na forma de onda 10/350µs com velocidade inferior à 25ns
-Como devo instalar o DPS VCL?
O VCL deve ser instalado em paralelo com a carga, pode ser instalado entre condutores vivos ou condutores vivos e condutor terra. Fluxograma de instalação CLAMPER VCL, tipo fluxograma, que pode ser utilizada como fonte auxiliar de informação. É importante que para especificação do DPS seja recorrido à NBR 5410.
-O VCL possui sinal luminoso indicando vida útil?
Não, DPS da linha VCL possuem sinalização de vida útil feita por bandeirola que, em estado normal de uso apresenta a cor verde e em caso de final de vida útil apresenta a cor vermelho. Além da sinalização de vida útil local, feita por bandeirola, é possível também, dependendo do modelo do VCL, se utilizar a sinalização remota (SR), feita por um contato seco, livre de potencial elétrico.
-Preciso substituir o VCL após uma atuação contra descarga atmosférica?
A substituição do VCL deve ser feita somente se o mesmo chegar ao seu fim de vida útil. Para identificação da vida útil do protetor deve-se observar a sinalização local presente no dispositivo.
-Posso utilizar um DPS de Uc de 275Vca ao invés do DPS de Uc de 175Vca?
O valor Uc é a máxima tensão de operação contínua do DPS, ou seja, o VCL de 275Vca pode operar em uma rede 220/127Vca sem problemas de compatibilidade. Em redes de energia precárias, o ideal é utilizar DPS com o valor de Uc maior que o valor de tensão fase/fase, este ato assegura que, em caso de problemas oriundo da rede onde o DPS pode ser exposto a valores fase/fase, não irá se danificar por sobretensão temporária.
-Quando precisarei utilizar um dispositivo backup na instalação do VCL?
A utilização de dispositivos de backup está diretamente vinculada ao valor de corrente de curto circuito presumida (Icc) no ponto de instalação do DPS. O VCL possui desligador interno que, em caso de final de vida útil, realiza a desconexão segura do DPS da linha de energia em locais onde a Icc seja menor que 5kA.
-Quando o VCL CLAMPER atua desarma o disjuntor geral?
Dominantemente surtos elétricos ocorrem em tempo característico de microssegundos e a linha de DPS VCL possui tempo de resposta típico menor que 25ns, estes valores são menores que o tempo atuação dos disjuntores, o que não configura, em ambientes normais de uso, o desligamento do disjuntor quando o DPS atua protegendo os equipamentos eletroeletrônicos.
-A carga do circuito elétrico interfere no dimensionamento do CLAMPER VCL?
O DPS CLAMPER VCL é instalado em paralelo com os equipamentos do sistema e por esse motivo a carga do circuito elétrico não interfere no seu dimensionamento, porém, vale ressaltar que, em locais de instalação onde a corrente de curto circuito presumida (Icc) é superior à 5kA se faz necessário a instalação de um dispositivo backup – fusível gL/gG ou disjuntor curva C – em série com o DPS.
-É necessário rearmar o DPS CLAMPER VCL quando ele atua?
Não, a tecnologia utilizada no CLAMPER VCL faz com que ele atue contra o surto e automaticamente volte ao estado normal de operação, isentando assim a necessidade de intervenção.

FAMÍLIA DCL E GCL

-Qual é o tempo de vida útil estimado do DPS DCL?
Por ser um DPS com tecnologia baseada em semicondutor, caso não seja ultrapassado seus valores máximos, é considerado que o DPS DCL possui tempo de vida útil ilimitado.  
-Qual é o elemento de proteção utilizado na linha de DPS GCL?
O centelhador a gás (GTD – Gas Tube Discharger) é o elemento de proteção utilizado no DPS da linha GCL. Esta tecnologia é capaz de drenar correntes de surto de até 100kA (mil amperes) com velocidade de atuação menor que 100ns.
-Qual é a tecnologia utilizada como elemento de proteção no DPS CLAMPER da linha DCL?
O DPS CLAMPER da linha DCL possuiu a tecnologia SAD – Diodo de Avalanche de Silício –, que tem como característica baixo tempo de resposta, na ordem de 1ps e baixa tensão residual.
-Posso utilizar o GCL nos condutores com potencial elétrico?
O DPS GCL é um dispositivo desenvolvido para instalação em condutores de que não tenham potencial elétrico, por exemplo, o condutor neutro. O potencial elétrico da fase é capaz de manter o DPS conduzindo após o surto elétrico, o que poderá levar o DPS ao final de vida útil.

FAMÍLIA SCL

-Qual é o elemento de proteção utilizado na linha de DPS SCL?
A linha SCL possuiu proteção composta por centelhador Spark Gap. Esta tecnologia confere ao SCL alta capacidade de dreno de correntes de surtos elétricos na forma de onda 10/350µs.
-O SCL tem sinalização de vida útil?
A linha SCL não possuiu sinalização de vida útil. Valores aplicados como o mínimo de capacidade dos DPS classe I, de acordo com a NBR 5410, são de 12,5kA. Este valor foi identificado levando em conta uma descarga atmosférica 100kA conectando diretamente em uma linha de média tensão. A corrente é dividida sendo 50% trafegado para ambos os lados do condutor. Os 50% que atravessarão um transformador, de média tensão para baixa tensão, conectado a esta linha será dividida em 4 partes iguais, 3 fases e um neutro. Tomando o inverso deste raciocínio, tempos a capacidade do SCL que é de 60kA, que multiplicada por 4 gera 240kA, sendo somada aos outros 50% da descarga, temos o valor de 480kA. Atualmente, registros de magnitudes de correntes de descargas atmosféricas não ultrapassaram os 400kA, o que torna o SCL uma proteção com vida útil extremamente longa, eximindo assim a necessidade de sinalização de vida útil.
-O SCL pode ser utilizado em condutor fase ou neutro?
A tecnologia utilizada no SCL é versátil e abre a possibilidade de ser empregada na proteção em condutores de fase ou neutro.
-Sendo o SCL um DPS de alta capacidade e instalado no ponto de entrada de energia da edificação é necessário a instalação de mais algum DPS a jusante (depois) ao SCL? Como por exemplo, DPS VCL classe II ou filtro de linha.
Sim. Visto que além dos problemas gerados por descargas atmosféricas diretas é possível que descargas atmosféricas indiretas, campos eletromagnéticos induzam surtos elétricos na instalação após a proteção do SCL, outra situação que deve ser observada é a possibilidade de linhas de dados de entrada/saída na edificação que também devem ser protegidas.
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LINHA PLUGUE E USE

-O que é a tecnologia SFLP?
O SFLP (Signal Line Full Protection – Linha de sinal totalmente protegida) é uma tecnologia patenteada pela CLAMPER e utilizada em DPS que provêm proteção à equipamentos eletroeletrônicos conectados simultaneamente a linha de energia e de dados. Esta tecnologia garante a proteção das linhas de sinal mesmo sem a presença do condutor de aterramento.
-Posso utilizar os protetores da linha Plugue & Use para proteção da parte elétrica de qualquer equipamento eletroeletrônico?
A configuração e os elementos de proteção utilizados na linha Plugue&Use conferem ao DPS versatilidade e transparência sendo possível a instalação em qualquer equipamento que seja compatível com a capacidade de fornecimento de energia do DPS.
-O LED do meu protetor Plugue&Use não acende mais, como devo proceder?
A sinalização luminosa, contida nos DPS da linha Plugue&Use, é a evidência de que o DPS encontra-se em perfeito estado de funcionamento e os equipamentos eletroeletrônicos conectados ao DPS estão protegidos. Caso a sinalização apague, significa que o DPS deve ser substituído imediatamente, pois chegou ao final de vida útil.
-Mesmo minha residência não possuindo condutor de aterramento posso utilizar os protetores da linha Plugue & Use?
Sim, os protetores da linha Plugue & Use podem ser conectados à sistemas de energia com ou sem condutor de aterramento. Essa facilidade é possível devido ao completo circuito de proteção contido nos DPS.

iCLAMPER Pocket

-Qual a diferença entre o protetor Pocket 2P e Pocket 3P?
Ambos os protetores conferem o mesmo nível de proteção ao equipamento protegido. O Pocket 3P, por possuir o terceiro pino – condutor de aterramento –, tem elementos de proteção que conduzem as correntes de surto ao sistema de aterramento, criando assim uma maior expectativa de vida útil.
-O protetor Pocket pode ser utilizado em sistemas de energia elétrica de 127V ou 220V?
Sim, o protetor está preparado para proteger, a porta de entrada de energia, de equipamentos eletroeletrônicos conectados à rede 127V ou 220V sendo essa seleção de tensão feita automaticamente pelo DPS.
-O protetor Pocket possui proteção contra sobrecargas?
Sim, internamente o Pocket possui um fusível que é capaz de desconectar o equipamento eletroeletrônico da rede de energia caso haja uma sobrecarga ocasionada pelo eletroeletrônico, sendo esse fusível insubstituível.
-O DPS Pocket é capaz de mitigar surtos elétricos provenientes de descargas atmosféricas diretas?
Não, o DPS Pocket é um DPS classe III, destinado a realizar proteção fina à porta de entrada de energia dos equipamentos eletroeletrônicos frente a surtos elétricos induzidos provenientes de descargas atmosféricas indiretas e/ou manobras. Deve ser estudada a necessidade de instalação de DPS classe I e/ou II anteriores a proteção feita pelo DPS Pocket.

CLAMPER Energia 2 e iCLAMPER Energia 3

-O protetor CLAMPER Energia 2 e o iCLAMPER Energia 3 possuem proteção contra sobrecargas?
Sim, o fusível interno contido no CLAMPER Energia 2 e o iCLAMPER Energia 3 são capazes de desconectar o equipamento eletroeletrônico da rede de energia caso haja uma sobrecarga ocasionada pelo eletroeletrônico, sendo esse fusível insubstituível.
-Qual é a máxima potência que pode ser conectada ao CLAMPER Energia 2?
O padrão de tomada de entrada do CLAMPER Energia 2 é de 10A, o que limita o dispositivo a entregar valores superiores de corrente em suas saídas. Caso o DPS esteja conectado em uma tomada 127V faz-se possível a conexão de dois equipamentos que somado suas potencias não ultrapassem 1270W, ou seja, “127V x 10A = 1270W”. O mesmo raciocínio pode ser apresentado caso o DPS esteja conectado à uma rede 220V, “220V x 10A = 2200W”, sendo esse valor a potência máxima que o DPS pode fornecer às somas das cargas conectadas às saídas do DPS.

CLAMPER Energia 5

-O iCLAMPER Energia 5 possui filtro de linha?
Sim, o Energia 5 é dotado de filtro de linha com alto poder de atenuação de ruídos EMI e RFI. Esses ruídos diminuem a qualidade da energia entregue aos equipamentos podendo causar mau funcionamento ou diminuir a vida útil destes.
-O protetor iCLAMPER energia 5 interrompe o fornecimento de energia após alcançar o final de vida útil?
Sim, quando a luz de indicação de vida útil apagar, o protetor interrompe a circulação de energia nas suas tomadas de saída.

CLAMPER Energia 8 | CLAMPER Multiproteção 8

-Caso utilize a proteção cabo coaxial do CLAMPER Multiproteção 8 para proteger meu decodificador de TV a cabo, devo necessariamente proteger a entrada de energia do decodificador no mesmo Multiproteção 8?
Sim, é imprescindível que seja conectado a entrada de energia do decodificador de TV ao mesmo protetor que esteja sendo utilizado para fazer a proteção do cabo de dados. Inclusive, para perfeita proteção, é importante que todos os outros dispositivos conectados ao decodificador estejam sendo protegidos pelo mesmo protetor. No caso de um surto elétrico ocorrer, o protetor irá atuar limitando a tensão do surto e equipotencializando todos os dispositivos eletroeletrônicos conectados a ele.
-O CLAMPER Energia 8 ou CLAMPER Multiproteção 8 interrompem o fornecimento de energia ao alcançar o final de vida útil?
Não. Ao alcançar o final de vida útil, o DPS não interrompe o fornecimento de energia se tornando apenas uma extensão de tomada com filtro contra ruídos e proteção contra sobrecargas sem proteção contra surtos elétricos e raios.

MÓDULOS ACESSÓRIOS

-Posso conectar os módulos iCLAMPER diretamente à tomada?
A CLAMPER não recomenda a utilização do módulo conectado diretamente à tomada de energia, pois pode ter a proteção reduzida ou inativada, visto que não há garantia da qualidade de conexão do módulo à tomada. Os módulos foram desenvolvidos para realizar conexão direta a um protetor CLAMPER – CLAMPER Energia 2, Energia 3, Energia 8 ou Multiproteção 8 – e prover escoamento das correntes de surto ao condutor de aterramento e, caso não haja condutor de aterramento, aos condutores vivos, fase ou neutro.