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    20 out/16
    Clamper 25 Anos: Uma trajetória de desafios e conquistas

    Nas últimas décadas, o Brasil experimentou um crescimento da indústria de eletroeletrônicos que mudou a forma como empresas e pessoas passaram a lidar com a tecnologia. A produção, importação e comercialização de equipamentos de comunicação, segurança e transmissão de dados cresceram ao ponto de colocar o país em primeiro lugar na lista das nações com maior consumo de eletroeletrônicos portáteis do mundo em 2010.

    Paralelamente com este crescimento, surgia a necessidade de proteção para equipamentos: primeiramente os industriais, seguido dos aparelhos de uso doméstico e pessoal. No entanto, antes que este crescimento se tornasse realidade, o engenheiro eletricista Ailton Ricaldoni Lobo – então funcionário da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) – baseado em experiência e visão de futuro, iniciou sua trajetória na busca por oferecer ao mercado conhecimento e soluções em proteção contra surtos para equipamentos e sistemas eletroeletrônicos.

    Em 1991, surgia a Clamper. Indústria genuinamente brasileira, com sede em Lagoa Santa, focada em pesquisa, desenvolvimento e produção de Dispositivos de Proteção contra Surtos – DPS.

    Os surtos elétricos são sobretensões transitórias, distúrbios cotidianos na rede elétrica ocasionados por: incidência direta ou indireta de raios; liga e desliga de máquinas ou queda e religação de energia.

    A Clamper iniciou suas atividades numa época econômica muito delicada. As empresas, principalmente concessionárias de energia e telefonia, precisavam de parceiros que as auxiliassem na solução de problemas. Com o objetivo de criar produtos que atendessem a esta necessidade, a Clamper pautou sua atuação desde os primeiros passos. “Sempre tivemos o foco no desenvolvimento de produtos inovadores, com atenção aos detalhes e pensando em solucionar os problemas dos clientes com relação à proteção”, explica Ailton Ricaldoni Lobo.

    Ao comemorar 25 anos de existência, a Clamper celebra, também, o reconhecimento de todo o trabalho desenvolvido neste período. Líder de mercado no Brasil, a empresa já é vista como um importante player no mercado internacional. Hoje, os produtos Clamper são exportados para 15 países, com tecnologia certificada nos mais diversos cantos do mundo, inclusive nos Estados Unidos. Quando o assunto é DPS, a marca mineira figura entre as mais respeitadas na América Latina, África, América do Norte e Europa. Em 2012, foi inaugurada a Clamper México, com o intuito de assumir protagonismo na NAFTA (bloco econômico formado por Canadá, EUA e México, regido pelo tratado de livre comércio) e atender os países da América Central e Caribe.

    Sede da Clamper - Lagoa Santa - MG - Área de 10.000 m²

    Sede da Clamper - Lagoa Santa - MG - Área de 10.000 m²

    Apesar do crescimento e de dispor mais de 300 produtos disponíveis para o mercado, a Clamper ainda oferece aos clientes do setor corporativo a possibilidade de produzir equipamentos customizados de acordo com a necessidade de cada projeto. Os produtos destinados ao varejo também são desenvolvidos com base nas mudanças de comportamento das pessoas e em suas escolhas no dia-a-dia. É o caso da linha iCLAMPER Pocket: modelos de protetores compactos que podem ser levados facilmente no bolso ou bagagem de mão, desenvolvidos para atender a alta demanda por equipamentos pessoais móveis, como smartphones e tablets.

    A última pesquisa divulgada pelo IBGE, demonstra que este mercado cresceu mais de 35% nos últimos anos. Daí a necessidade de dispositivos que ofereçam proteção para os equipamentos. A funcionalidade dos modelos, aliada à tecnologia embutida, conferem ao produto um dos melhores custo/benefício da categoria. Basta comparar o valor médio de um smartphone, cerca de R$1500,00, com o preço do iCLAMPER Pocket 2P, R$29,90 (valor de venda na Loja Virtual da Clamper), para se ter ideia do reduzido investimento em relação ao benefício obtido com a proteção do equipamento.

    O mesmo raciocínio pode ser aplicado aos demais produtos oferecidos pela Clamper em relação ao custo dos equipamentos. Ainda segundo dados do IBGE, mais de 97% dos 67 milhões de domicílios brasileiros possuem aparelhos de televisão, em 40% deles são digitais e em 32% estão presentes sistemas de TV por assinatura. Quase 98% destes lares têm geladeira, enquanto equipamentos como máquina de lavar, computadores e telefones fazem parte da realidade de mais de 40 milhões de residências no Brasil. Todos estes bens eletrônicos e eletrodomésticos sofrem com danos causados, diariamente, pelos surtos elétricos.

    PERIGO, SURTO!

    Um dado importante coloca em perigo todo o investimento em tecnologia realizado pelos brasileiros nos últimos anos e aumenta a necessidade de investir, também, em proteção para estes equipamentos. O Brasil é o país com maior incidência de descargas atmosféricas no mundo, o que torna automaticamente, um dos locais que oferecem maior risco de queima imediata ou de diminuição de vida útil de aparelhos devido ao alto número de surtos elétricos. E, neste caso, também estão incluídos equipamentos corporativos e edificações.

    Graças ao trabalho realizado por órgãos competentes e por comitês técnicos, dos quais a Clamper participa, o estudo sobre surtos elétricos no Brasil evoluiu muito e promoveu a formatação de normas de proteção como a NBR5410 e, posteriormente a NBR5419 editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Estas normas recomendam o uso de DPS em instalações, considerando não somente o índice de descargas elétricas, mas, também, a segurança para as edificações, equipamentos e vidas humanas.

    Em consonância com esta realidade, a Clamper investe constantemente no desenvolvimento de novos produtos, frutos de intenso processo de estudo. Anualmente, 10% do faturamento da empresa é empregado em projetos de pesquisa e inovação, realizados em parceria com universidades e institutos brasileiros.

    NOVOS INVESTIMENTOS EM ENERGIA

    A busca por novos desafios tem sido a marca registrada da Clamper em seus 25 anos. Com a missão de ser sinônimo de tranquilidade para empresas e pessoas no que se refere à proteção de seus equipamentos, o Grupo Clamper alça novos voos e investe em tecnologias para ampliar ainda mais a entrega aos clientes. É o caso da Nanum: empresa de nanotecnologia adquirida em 2008 junto a uma incubadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela é especializada na pesquisa e comercialização de materiais nanoestruturados para transformação em produtos de alto valor agregado. “Na Nanum, estamos desenvolvendo um supercapacitor, com aplicação nas redes de energia elétrica, assim como em carros elétricos e nas próprias residências” destaca Ricaldoni.

    Atualmente, o Grupo Clamper lidera diversos projetos de pesquisa em energia renovável: geração de energia através de corrente marinha, geração através de biomassa, oleaginosas, lixo, energia solar fotovoltaica, energia eólica. Iniciativas grandiosas, como por exemplo, de biomassa e óleo vegetal, em que o Grupo conta com parcerias para o desenvolvimento de biorrefinarias no Brasil, destinadas à produção de Diesel Verde e Bioquerosene de aviação. Há também uma tecnologia de pirólise para produzir óleo vegetal e gás de síntese a partir de resíduos.

    UM OLHAR PARA O FUTURO

    Ailton Ricaldoni Lobo, ao analisar a trajetória da Clamper, sempre credita grande parte do sucesso à dedicação de seus colaboradores. “Temos um time que costumo chamar de cúmplices. São pessoas envolvidas com o espírito de inovação da Clamper e essenciais para nosso crescimento”, reconhece. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 200 funcionários que são escolhidos criteriosamente e recebem treinamento constante alinhado ao alto padrão de qualidade exigido pela empresa.

    Clamper - 25 Anos - Referência em DPS no Brasil

    Presidente e Fundador Ailton Ricaldoni discursa na Festa de 25 Anos da Clamper

    Para o presidente, chegar aos 25 anos é desejar muito mais. “Na Clamper, permanecemos muito atentos em relação a esse cenário de mudanças e transformações. Tanto na busca de alternativas para o nosso mercado atual, mas também no estudo de outros negócios paralelos e correlatos que possam, eventualmente, no futuro, substituir os produtos que hoje fabricamos. É um processo de criação permanente e constante busca por alternativas, novos produtos e novos mercados. O futuro nos trará grandes desafios. Estamos nos preparando para superá-los” finaliza.

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    08 fev/16
    3 cuidados que você precisa ter em uma tempestade de raios

    Muitas pessoas ficam aterrorizadas quando se veem em meio a uma tempestade de raios e isso no Brasil não é incomum. O país é um dos que mais sofrem com este fenômeno e, das vítimas fatais, cerca de 20% se encontram dentro de residências.

    Que tal tomar algumas medidas para se proteger de tempestades elétricas? Confira o nosso artigo de hoje!

    Não tomar banho durante as tempestades de raios

    Não é difícil entender o motivo pela qual se deve evitar tomar banho durante as tempestades de raios. A água é um meio no qual a eletricidade pode fluir facilmente e está ligada diretamente à rede elétrica pelo chuveiro.

    Por este motivo, é necessário não apenas evitar o banho em chuveiros, mas qualquer contato com a água. Principalmente quem se encontra em locais próximos a praias ou mesmo na rua, quando a chuva torna todo o ambiente perigoso.

    A atração metálica

    Outro tipo de material altamente condutor, os metais são pontos de forte atração às descargas elétricas. Em meio à uma tempestade de raios, deve-se ficar distante de qualquer coisa que seja composta por metais, mesmo que apenas partes pequenas.

    No caso de se encontrar junto ao seu automóvel, é aconselhado permanecer no interior do veículo e não fora dele. Embora tenha uma composição majoritariamente de metal, os pneus de borracha isolam o conjunto e tornam pouco eficiente a passagem de corrente elétrica pelo automóvel.

    Garantir a proteção na sua residência

    Para quem deseja realmente ficar livre de preocupações em meio a uma tempestade de raios, algumas formas de proteção elétrica são altamente efetivas. Umas das principais é o sistema de aterramento, que dissipa para a terra a energia elevada que pode se encontrar na rede, evitando danos aos equipamentos. A instalação de para-raios — sistema aterrado —, pode ser instalado em qualquer residência, fornecendo segurança às pessoas no seu interior.

    Dispositivos de proteção na rede

    Para assegurar uma residência realmente protegida, é interessante a instalação de DPS (Dispositivos de Proteção contra Surtos elétricos) na rede. Instalados junto ao quadro de distribuição, estes dispositivos podem absorver descargas, evitando que fluam para o interior da residência

    Há também dispositivos que podem atuar de forma parecida a disjuntores, evitando o risco de choques elétricos. Como cuidado nunca é demais, adotar estas dicas pode tornar as tempestades de raios menos aterrorizantes para você e sua família, protegendo seus equipamentos e principalmente a integridade das pessoas presentes.

    Ainda deseja mais segurança? Confira outras dicas para cuidados com a sua rede elétrica doméstica!

    Você também pode fazer o download do nosso Guia de Proteção. Não deixe que os surtos elétricos levem seus aparelhos embora.

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    28 dez/15
    Conheça os tipos de descargas elétricas

    Você conhece os diferentes tipos de descargas elétricas existentes? Neste post vamos explicar quais são e como eles acontecem na atmosfera, continue a leitura e fique por dentro!

    O que são as descargas elétricas

    Antes de falarmos sobre os tipos de descargas elétricas, vamos tentar entender o que são descargas elétricas ou raios como são conhecidos.

    Um raio é identificado por dois princípios, o trovão e o relâmpago. A descarga elétrica provocada pela diferença de potencial entre duas porções de matérias (terra ou nuvem) ioniza o ar em um percurso criando um plasma que emite radiação eletromagnética. Parte dessa radiação é emitida em forma de luz, a esse fenômeno denominamos o nome de relâmpago. Ao liberar este plasma, o ar se expande rapidamente gerando uma onda de choque sônica, a este fenômeno denominamos trovão.

    Os raios ocorrem, pois no interior das nuvens ocorre uma eletrificação que provem da mudança de distribuição de cargas. A descarga inicia quando o campo elétrico produzido por estas cargas excede a capacidade isolante, também conhecida como rigidez dielétrica, do ar em um dado local na atmosfera, que pode ser dentro da nuvem ou próximo ao solo. Quebrada a rigidez, tem início um rápido movimento de elétrons de uma região de cargas negativas para uma região de cargas positivas. Existem diversos tipos de descargas, classificadas em função do local onde se originam e do local onde terminam.

    Descargas nuvem-solo

    As descargas nuvem solo, como próprio nome diz, têm sua origem na nuvem e seu caminho final no solo. São as mais comuns em nosso cotidiano e por esta razão as mais estudadas. Este tipo de descarga pode ser subdividido em duas modalidades dependentes da sua polaridade, os negativos e os positivos.

    As descargas nuvem solo negativas equivalem a cerca de 90% das emissões de raios desta natureza, estes se originam no interior das nuvens que são carregadas negativamente e são descarregadas no solo.

    As descargas nuvem solo positivas são mais raras mais não improváveis, ela se da normalmente no tipo de nuvens chamadas de cúmulo-nimbo, que são nuvens de formato achatados e planos. Apesar de serem raras as descargas positivas se caracterizam por serem mais destrutivas do que as negativas podendo o pico de corrente chagar a marca dos 200kA enquanto que em descargas negativas a corrente de descarga inicial e tipicamente de 30kA.

    Descarga intra-nuvem

    As maiorias das descargas elétricas ocorrem nesta modalidade. As descargas intra-nuvem como o próprio nome diz, ocorre entre o interior das nuvens cúmulo-nimbo carregada negativamente e segue em direção acima desta, onde comumente concentram-se cargas positivas.

    Outro nome dado para raios intra-nuvem é “Anvil Crawler” (raio em árvore ou “raio aranha”, por parecer-se com uma teia de aranha se espalhando), devido às cargas serem tipicamente originadas abaixo ou dentro da bigorna (anvil), nas camadas superiores da Cumulonimbus, e normalmente geram várias ramificações que são assustadoras de se testemunhar. Esses relâmpagos percorrem grandes distâncias e se movem mais lentamente que os outros, sendo possível se observar claramente suas ramificações.

    Descarga solo-nuvem

    Quando temos uma estrutura muito alta como um prédio ou antena no alto do morro, ou ate mesmo um local onde as nuvens são mais baixas, podem ocorrer às descargas chamadas de solo-nuvem. Este tipo de raio se forma quando íons negativos atraem o líder, que ergue-se do chão e junta-se com os íons carregados positivamente em uma nuvem cúmulo-nimbo.

    Gostou de saber mais sobre os tipos de descargas elétricas? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário no post e mantenha contato conosco!

    Além disso, faça também, gratuitamente, o download do nosso Guia de Proteção Clamper. As descargas elétricas não serão páreo para você.

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    13 out/15
    7 mitos e verdades sobre descargas elétricas

    O Brasil é o país com maior incidência anual de descargas elétricas atmosféricas do mundo. Com tantos raios caindo sobre nosso território, a sabedoria popular desenvolveu, ao longo do tempo, convicções que nem sempre estão corretas a respeito desses fenômenos.

    Tem conhecimento dos mitos e verdades sobre descargas elétricas? Leia no post as ideias mais comuns sobre o assunto e saiba o que é falso e o que é verdadeiro!

    Um raio nunca atinge o mesmo lugar

    Este talvez seja o mais difundido entro os mitos acerca das descargas atmosféricas. Durante uma tempestade o raio sempre procurará o meio com menor resistência para atingir a terra. Estruturas pontiagudas, elevadas e metálicas são as mais propensas a receberem descargas atmosféricas.

    Um prédio muito alto ou uma árvore em um campo podem ser atingidos por raios dezenas de vezes em um único ano. Contudo, vale ressaltar que os objetos altos são os alvos preferenciais, mas um raio também pode atingir o solo em meio aos prédios e ao lado de uma árvore. Isso não pode ser previsto.

    Não se deve falar ao telefone durante tempestades

    Verdade. Os raios podem provocar surtos elétricos, que além de transitarem pela rede elétrica, também podem circular pela rede de telefonia e de televisão. Assim, não é nada aconselhável falar ao telefone durante uma tempestade.

    Somente raios podem queimar os aparelhos eletrônicos

    Não, na verdade os surtos elétricos são os maiores responsáveis pela queima de aparelhos. Além de serem produzidos pelos raios, os surtos também são gerados pelas variações repentinas de tensão da rede.

    É preciso desligar os aparelhos das tomadas no período dos raios

    Sim, é altamente recomendado que os aparelhos sejam retirados das tomadas. Mesmo que, em sua instalação, tenha um SPDA eficiente, um raio pode provocar um surto na rede elétrica e este surto viajará pela rede, podendo atingir sua instalação.

    Contudo, há dispositivos específicos para a proteção de surtos provocadas por descargas atmosféricas, os chamados DPS. Esses dispositivos drenam os surtos elétricos pelo aterramento, protegendo seus equipamentos.

    Estou totalmente protegido contra descargas atmosféricas dentro de casa

    Estar em casa é um bom lugar para se proteger, mas apenas isso não é o suficiente. Você deve evitar contato com o exterior da casa, manter distância de telefones, de equipamentos e cabos elétricos — que a esta altura, já devem estar desconectados, como orientamos —, de tubulações, portas e janelas de metal. Quanto mais interno for o cômodo, melhor para se proteger.

    O estabilizador protege contra raios

    Não, a função do estabilizador é proteger os equipamentos eletrônicos contra a variação da tensão elétrica da rede. Os dispositivos para proteção contra raios são os para-raios e os DPS.

    É possível evitar que minha instalação seja atingida por raios

    Não existe nenhum meio de se impedir que os raio caiam em determinados lugares, nem que sua rede não seja atingida pelos surtos elétricos provocados por eles. O que se pode fazer é construir um sistema que drene a descarga atmosférica para a terra sem causar danos estruturais à sua edificação e instalar dispositivos que protejam seus aparelhos das influências de surtos elétricos.

    É absolutamente normal que tanta informação popular seja cultivada a respeito desse fenômeno, que sempre intrigou a humanidade e, ainda hoje, carrega muita curiosidade. O importante é se manter bem informado para a sua própria segurança, a de suas instalações e a de seus aparelhos.

    Agora que você já sabe dos mitos e verdades sobre descargas elétricas, ainda resta alguma dúvida? Fale com a gente deixando um comentário no post!

    Quer ler mais artigos sobre proteção elétrica? Assine a nossa newsletter!

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    10 set/13
    Confira algumas curiosas perguntas sobre os raios

    Os raios exercem um grande fascínio e promovem um dos mais belos espetáculos da natureza. Mas toda essa beleza esconde o perigo e os prejuízos causados por eles. Por esse motivo, investir na prevenção, especialmente com os DPS da Clamper, é a melhor forma de evitar acidentes.

    Mas mesmo assim, o fascínio dos raios traz muitas perguntas curiosas e interessantes. Abaixo você confere algumas dessas perguntas e suas interessantes respostas, tiradas diretamente do site do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Confira!

    1- Qual a diferença entre relâmpagos e raios?
    Relâmpagos são as descargas elétricas geradas por nuvens de tempestades. Já os raios são aquelas descargas que, saindo da nuvem, atingem o solo.

    2- O raio pode atingir locais diferentes no solo?
    Sim, descargas de um mesmo raio podem atingir o solo em locais diferentes. Isso acontece geralmente por desencontro de caminhos percorridos pelas descargas.

    3- As cidades influenciam a ocorrência de raios?
    Pesquisas já indicaram visíveis aumentos de incidência de raios em áreas urbanas. Essa maior densidade de raios está relacionada ao fenômeno conhecido como “ilha de calor” e à poluição nos centros urbanos.

    4- Existem raios em outros planetas?
    Foram observadas evidências de raios em quatro planetas, por possuírem atmosferas densas: Vênus, Júpiter, Saturno e Urano.

    5- Como saber se o raio “caiu” perto?
    A luz produzida pelo raio chega quase que instantaneamente na vista de quem o observa. Já o som (trovão) demora um bom tempo, pois a sua velocidade é menor. Para obter a distância aproximada em quilômetros, basta contar o tempo (em segundos) entre o momento que se vê o raio e se escuta o trovão e dividir por três.

    Legal, não é? Fique ligado nas novidades do blog e da página da Clamper no Facebook. Tem sempre uma notícia interessante para você!

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    13 ago/13
    11 dicas de como se proteger dos raios dentro e fora de casa

    Parece difícil de acreditar, mas apesar de todos os alertas no rádio, na TV e em diversas mídias, muitos ainda se machucam ou perdem a vida por procedimentos errados durante as tempestades com raios. Portanto, informação nunca é demais e a Clamper preparou algumas dicas para ajudar você a se proteger do perigo dos raios.

    Já falamos sobre o poder destrutivo dos raios e a importância da prevenção, mas ainda tem muita gente que se arrisca e acaba pagando caro por isso. Antes de tudo é preciso lembrar que em casa ou fora dela, existem riscos que podem ser evitados com medidas simples. Confira.

    Cuidados fora de casa durante tempestades

    - Afaste-se das árvores e terrenos abertos;
    - Não permaneça em piscinas, rios e lagos;
    - Evite ficar em morros e terrenos elevados;
    - Se estiver dirigindo, permaneça no carro;
    - Não permaneça perto de redes elétricas;
    - Afaste-se de cercas de arame, varais metálicos e trilhos.

    Cuidados em casa durante tempestades

    - Procure ficar em casa até passar a tempestade
    - Evite banhos enquanto durar a tempestade;
    - Evite contato com qualquer objeto com estrutura metálica, inclusive torneiras;
    - Evite usar o telefone;
    - Para evitar prejuízos, utilize equipamentos DPS.

    Esses são alguns cuidados simples, porém muito importantes para evitar que tragédias aconteçam. Fique atento ao perigo dos raios e não corra riscos desnecessários.

    E lembre-se que para proteger seus equipamentos contra raios e surtos elétricos, a melhor dica é sempre Clamper. Confira também nosso guia de proteção e saiba como não perder seus aparelhos devido a surtos elétricos.

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