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    20 out/16
    Clamper 25 Anos: Uma trajetória de desafios e conquistas

    Nas últimas décadas, o Brasil experimentou um crescimento da indústria de eletroeletrônicos que mudou a forma como empresas e pessoas passaram a lidar com a tecnologia. A produção, importação e comercialização de equipamentos de comunicação, segurança e transmissão de dados cresceram ao ponto de colocar o país em primeiro lugar na lista das nações com maior consumo de eletroeletrônicos portáteis do mundo em 2010.

    Paralelamente com este crescimento, surgia a necessidade de proteção para equipamentos: primeiramente os industriais, seguido dos aparelhos de uso doméstico e pessoal. No entanto, antes que este crescimento se tornasse realidade, o engenheiro eletricista Ailton Ricaldoni Lobo – então funcionário da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) – baseado em experiência e visão de futuro, iniciou sua trajetória na busca por oferecer ao mercado conhecimento e soluções em proteção contra surtos para equipamentos e sistemas eletroeletrônicos.

    Em 1991, surgia a Clamper. Indústria genuinamente brasileira, com sede em Lagoa Santa, focada em pesquisa, desenvolvimento e produção de Dispositivos de Proteção contra Surtos – DPS.

    Os surtos elétricos são sobretensões transitórias, distúrbios cotidianos na rede elétrica ocasionados por: incidência direta ou indireta de raios; liga e desliga de máquinas ou queda e religação de energia.

    A Clamper iniciou suas atividades numa época econômica muito delicada. As empresas, principalmente concessionárias de energia e telefonia, precisavam de parceiros que as auxiliassem na solução de problemas. Com o objetivo de criar produtos que atendessem a esta necessidade, a Clamper pautou sua atuação desde os primeiros passos. “Sempre tivemos o foco no desenvolvimento de produtos inovadores, com atenção aos detalhes e pensando em solucionar os problemas dos clientes com relação à proteção”, explica Ailton Ricaldoni Lobo.

    Ao comemorar 25 anos de existência, a Clamper celebra, também, o reconhecimento de todo o trabalho desenvolvido neste período. Líder de mercado no Brasil, a empresa já é vista como um importante player no mercado internacional. Hoje, os produtos Clamper são exportados para 15 países, com tecnologia certificada nos mais diversos cantos do mundo, inclusive nos Estados Unidos. Quando o assunto é DPS, a marca mineira figura entre as mais respeitadas na América Latina, África, América do Norte e Europa. Em 2012, foi inaugurada a Clamper México, com o intuito de assumir protagonismo na NAFTA (bloco econômico formado por Canadá, EUA e México, regido pelo tratado de livre comércio) e atender os países da América Central e Caribe.

    Sede da Clamper - Lagoa Santa - MG - Área de 10.000 m²

    Sede da Clamper - Lagoa Santa - MG - Área de 10.000 m²

    Apesar do crescimento e de dispor mais de 300 produtos disponíveis para o mercado, a Clamper ainda oferece aos clientes do setor corporativo a possibilidade de produzir equipamentos customizados de acordo com a necessidade de cada projeto. Os produtos destinados ao varejo também são desenvolvidos com base nas mudanças de comportamento das pessoas e em suas escolhas no dia-a-dia. É o caso da linha iCLAMPER Pocket: modelos de protetores compactos que podem ser levados facilmente no bolso ou bagagem de mão, desenvolvidos para atender a alta demanda por equipamentos pessoais móveis, como smartphones e tablets.

    A última pesquisa divulgada pelo IBGE, demonstra que este mercado cresceu mais de 35% nos últimos anos. Daí a necessidade de dispositivos que ofereçam proteção para os equipamentos. A funcionalidade dos modelos, aliada à tecnologia embutida, conferem ao produto um dos melhores custo/benefício da categoria. Basta comparar o valor médio de um smartphone, cerca de R$1500,00, com o preço do iCLAMPER Pocket 2P, R$29,90 (valor de venda na Loja Virtual da Clamper), para se ter ideia do reduzido investimento em relação ao benefício obtido com a proteção do equipamento.

    O mesmo raciocínio pode ser aplicado aos demais produtos oferecidos pela Clamper em relação ao custo dos equipamentos. Ainda segundo dados do IBGE, mais de 97% dos 67 milhões de domicílios brasileiros possuem aparelhos de televisão, em 40% deles são digitais e em 32% estão presentes sistemas de TV por assinatura. Quase 98% destes lares têm geladeira, enquanto equipamentos como máquina de lavar, computadores e telefones fazem parte da realidade de mais de 40 milhões de residências no Brasil. Todos estes bens eletrônicos e eletrodomésticos sofrem com danos causados, diariamente, pelos surtos elétricos.

    PERIGO, SURTO!

    Um dado importante coloca em perigo todo o investimento em tecnologia realizado pelos brasileiros nos últimos anos e aumenta a necessidade de investir, também, em proteção para estes equipamentos. O Brasil é o país com maior incidência de descargas atmosféricas no mundo, o que torna automaticamente, um dos locais que oferecem maior risco de queima imediata ou de diminuição de vida útil de aparelhos devido ao alto número de surtos elétricos. E, neste caso, também estão incluídos equipamentos corporativos e edificações.

    Graças ao trabalho realizado por órgãos competentes e por comitês técnicos, dos quais a Clamper participa, o estudo sobre surtos elétricos no Brasil evoluiu muito e promoveu a formatação de normas de proteção como a NBR5410 e, posteriormente a NBR5419 editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Estas normas recomendam o uso de DPS em instalações, considerando não somente o índice de descargas elétricas, mas, também, a segurança para as edificações, equipamentos e vidas humanas.

    Em consonância com esta realidade, a Clamper investe constantemente no desenvolvimento de novos produtos, frutos de intenso processo de estudo. Anualmente, 10% do faturamento da empresa é empregado em projetos de pesquisa e inovação, realizados em parceria com universidades e institutos brasileiros.

    NOVOS INVESTIMENTOS EM ENERGIA

    A busca por novos desafios tem sido a marca registrada da Clamper em seus 25 anos. Com a missão de ser sinônimo de tranquilidade para empresas e pessoas no que se refere à proteção de seus equipamentos, o Grupo Clamper alça novos voos e investe em tecnologias para ampliar ainda mais a entrega aos clientes. É o caso da Nanum: empresa de nanotecnologia adquirida em 2008 junto a uma incubadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela é especializada na pesquisa e comercialização de materiais nanoestruturados para transformação em produtos de alto valor agregado. “Na Nanum, estamos desenvolvendo um supercapacitor, com aplicação nas redes de energia elétrica, assim como em carros elétricos e nas próprias residências” destaca Ricaldoni.

    Atualmente, o Grupo Clamper lidera diversos projetos de pesquisa em energia renovável: geração de energia através de corrente marinha, geração através de biomassa, oleaginosas, lixo, energia solar fotovoltaica, energia eólica. Iniciativas grandiosas, como por exemplo, de biomassa e óleo vegetal, em que o Grupo conta com parcerias para o desenvolvimento de biorrefinarias no Brasil, destinadas à produção de Diesel Verde e Bioquerosene de aviação. Há também uma tecnologia de pirólise para produzir óleo vegetal e gás de síntese a partir de resíduos.

    UM OLHAR PARA O FUTURO

    Ailton Ricaldoni Lobo, ao analisar a trajetória da Clamper, sempre credita grande parte do sucesso à dedicação de seus colaboradores. “Temos um time que costumo chamar de cúmplices. São pessoas envolvidas com o espírito de inovação da Clamper e essenciais para nosso crescimento”, reconhece. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 200 funcionários que são escolhidos criteriosamente e recebem treinamento constante alinhado ao alto padrão de qualidade exigido pela empresa.

    Clamper - 25 Anos - Referência em DPS no Brasil

    Presidente e Fundador Ailton Ricaldoni discursa na Festa de 25 Anos da Clamper

    Para o presidente, chegar aos 25 anos é desejar muito mais. “Na Clamper, permanecemos muito atentos em relação a esse cenário de mudanças e transformações. Tanto na busca de alternativas para o nosso mercado atual, mas também no estudo de outros negócios paralelos e correlatos que possam, eventualmente, no futuro, substituir os produtos que hoje fabricamos. É um processo de criação permanente e constante busca por alternativas, novos produtos e novos mercados. O futuro nos trará grandes desafios. Estamos nos preparando para superá-los” finaliza.

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    08 fev/16
    3 cuidados que você precisa ter em uma tempestade de raios

    Muitas pessoas ficam aterrorizadas quando se veem em meio a uma tempestade de raios e isso no Brasil não é incomum. O país é um dos que mais sofrem com este fenômeno e, das vítimas fatais, cerca de 20% se encontram dentro de residências.

    Que tal tomar algumas medidas para se proteger de tempestades elétricas? Confira o nosso artigo de hoje!

    Não tomar banho durante as tempestades de raios

    Não é difícil entender o motivo pela qual se deve evitar tomar banho durante as tempestades de raios. A água é um meio no qual a eletricidade pode fluir facilmente e está ligada diretamente à rede elétrica pelo chuveiro.

    Por este motivo, é necessário não apenas evitar o banho em chuveiros, mas qualquer contato com a água. Principalmente quem se encontra em locais próximos a praias ou mesmo na rua, quando a chuva torna todo o ambiente perigoso.

    A atração metálica

    Outro tipo de material altamente condutor, os metais são pontos de forte atração às descargas elétricas. Em meio à uma tempestade de raios, deve-se ficar distante de qualquer coisa que seja composta por metais, mesmo que apenas partes pequenas.

    No caso de se encontrar junto ao seu automóvel, é aconselhado permanecer no interior do veículo e não fora dele. Embora tenha uma composição majoritariamente de metal, os pneus de borracha isolam o conjunto e tornam pouco eficiente a passagem de corrente elétrica pelo automóvel.

    Garantir a proteção na sua residência

    Para quem deseja realmente ficar livre de preocupações em meio a uma tempestade de raios, algumas formas de proteção elétrica são altamente efetivas. Umas das principais é o sistema de aterramento, que dissipa para a terra a energia elevada que pode se encontrar na rede, evitando danos aos equipamentos. A instalação de para-raios — sistema aterrado —, pode ser instalado em qualquer residência, fornecendo segurança às pessoas no seu interior.

    Dispositivos de proteção na rede

    Para assegurar uma residência realmente protegida, é interessante a instalação de DPS (Dispositivos de Proteção contra Surtos elétricos) na rede. Instalados junto ao quadro de distribuição, estes dispositivos podem absorver descargas, evitando que fluam para o interior da residência

    Há também dispositivos que podem atuar de forma parecida a disjuntores, evitando o risco de choques elétricos. Como cuidado nunca é demais, adotar estas dicas pode tornar as tempestades de raios menos aterrorizantes para você e sua família, protegendo seus equipamentos e principalmente a integridade das pessoas presentes.

    Ainda deseja mais segurança? Confira outras dicas para cuidados com a sua rede elétrica doméstica!

    Você também pode fazer o download do nosso Guia de Proteção. Não deixe que os surtos elétricos levem seus aparelhos embora.

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    18 jan/16
    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Erros que geram curto circuito

    Curtos circuitos, como o próprio nome diz, ocorrem quando encurtamos o caminho da impedância de um circuito ao ser feito uma ligação entre dois pontos, promovendo assim uma redução abrupta na impedância. Um curto circuito, em sua maioria, é causado por ligação metálica ao qual denominamos curto circuito franco ou arco metálico, porém pode também ser causado por galhos de árvores ou objetos que caem na linha.

    Como acontece uma elevação na corrente do sistema, que pode chegar a ordem de 10 vezes a corrente nominal, ocorre dois efeitos no sistema: o efeito mecânico que ocorre quando surgem esforços mecânicos entre os condutores ou equipamentos conectados a linha e os efeitos térmicos que surgem devido ao superaquecimento dos condutores ou partes condutoras como fios e bornes. Por isso, o curto circuito é um dos maiores responsáveis por incêndios e acidentes domésticos relacionados à eletricidade.

    Quais são os erros mais comuns que geram curto circuito? Saiba como evitá-los!

    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Por preguiça, desatenção ou até mesmo falta de informação, muitas pessoas cometem atos diários das quais possibilitam a ocorrência de um curto circuito. Alguns dos cuidados que se devem ter em relação a este assunto incluem:

    Sobrecarga de tomadas

    uso de benjamins, como adaptadores de tomadas são bastante comuns no Brasil, especialmente entre aparelhos elétricos mais recentes. Embora, a princípio, não exista nenhum problema em usar um adaptador, ao se utilizar vários aparelhos que em sua totalidade somam uma corrente alta no mesmo ponto, pode ocorrer uma sobrecarga elétrica elevando a temperatura deste ponto fazendo com que o adaptador derreta causando assim um curto circuito.

    Uso de aparelhos elétricos próximo à água

    Outro risco é o de utilizar aparelhos elétricos próximos à água, como secadores de cabelo, chapinhas, barbeadores elétricos ou até mesmo carregar celulares ou caixinhas de som após ou durante o banho ou na piscina. Embora a água destilada (sem a presença de impurezas ou sais minerais) não conduza eletricidade, ao ser misturado com cloro ou provenientes do transporte até o chuveiro ela se torna condutora. Além disso ao tomar um banho quente, a água se dissipa pelo ar em forma de vapor deixando o ambiente mais propício a um curto circuito.

    Ausência de manutenção na rede elétrica

    Cada vez mais o mercado nos dispõe de novos produtos para melhorar e facilitar nossas vida. Em geral estes produtos exigem maiores demandas de energia para seu funcionamento, e como em sua maioria não damos a manutenção periódica a rede elétrica de nossa residência, esta pode se mostrar inadequada para toda a demanda da qual o sistema necessita, apresentando assim chances de maiores problemas.

    Falta de proteção nas tomadas

    Tomadas desprotegidas estão suscetíveis a ações que podem causar um curto circuito, como a inserção de elementos metálicos. Dessa forma, tomadas constantemente desprotegidas e ao alcance de crianças pequenas ou animais de estimação podem ser focos preocupantes de curtos.

    Como evitar um curto circuito?

    O primeiro passo para evitar um curto circuito é ter uma fiação corretamente dimensionada e instalada por um profissional habilitado para este fim. Usar aparelhos que ajudem a evitar curtos circuitos, como os que realizam aterramento, também é importante para evitar um possível acidente na rede elétrica.

    De modo semelhante, a manutenção é necessária para garantir que fios desgastados possam ser trocados e tomadas danificadas, substituídas. Investir em hábitos de segurança ajuda a diminuir o risco de curtos de maneira semelhante. A troca de temperatura do chuveiro, por exemplo, deve ser feita com o chuveiro desligado, o corpo seco e chinelos de borracha.

    Evite acidentes

    Quanto mais prevenção houver, menores as chances de um acidente. Ao investir na segurança da sua rede elétrica, você estará investindo na segurança de pessoas e do seu patrimônio.

    Quais são os cuidados que você toma? Conte para a gente, nos comentários!

    Se quiser saber mais sobre como proteger todos seus aparelhos elétricos, baixe o nosso Guia de Proteção. O download é gratuito!

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    21 dez/15
    Como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica

    Já reparou que ao estar sozinha em casa, tomando um belo banho após um dia exaustivo, é o momento em que o chuveiro para de funcionar? A primeira coisa que pensamos é que ele queimou, mas calma, pode não ser que o disjuntor (ou chave de energia) “caiu”. O que fazer nesses casos? Como evitar que o disjuntor sempre desarme? Como ligar um disjuntor? Como comprar um disjuntor?

    Vamos responder essas e outras perguntas agora.

    O que é um disjuntor

    O disjuntor ou chave de energia é um equipamento de proteção eletromecânico e termomagnético que tem a função de proteger pessoas, bens e patrimônios contra possíveis curtem circuitos e sobrecargas no sistema elétrico. Alem disso o disjuntor também atua como uma chave para interromper o fornecimento do circuito caso este esteja passando por algum tipo de manutenção.

    Fusíveis já foram utilizados com a mesma finalidade dos disjuntores, porém, por apresentarem um ganho relativo de custo, benefício e facilidade na intervenção, flexível pela sua capacidade de adaptação a novas cargas e assegurando a continuidade de serviços, os fusíveis foram substituídos há algumas décadas em instalações elétricas, sendo muito raros atualmente. Outra imensa diferença entre eles é a possibilidade do disjuntor ser utilizado mais de uma vez: enquanto que um fusível deve ser descartado após entrar em ação, pois seu filamento interno se rompe inutilizando-o. Já um disjuntor desarma, sendo necessário apenas religá-lo manualmente no quadro de distribuição para seu funcionamento.

    Existem no mercado vários tipos de disjuntores que atendem especificas funções, para nosso caso, iremos realizar um estudo nos disjuntores de baixa tensão padrão IEC, que são os utilizados comumente em residências.

    Como um disjuntor atua para proteger sua rede elétrica

    Cada disjuntor é fabricado para proteger o circuito de uma determinada anomalia, podendo ser térmica, magnética, de sobretenção de subtenção, entre outros. Porem a forma com que os disjuntores respondem a esta anomalia é praticamente a mesma, desarmar. Os disjuntores de maneira geral podem ser vistos como uma chave que esta ligada em serie ao circuito e que ao detectar uma anomalia se abre fazendo a função de desarmar o sistema. Existem diferentes tipos de mecanismos, sendo os mais comuns nas instalações residenciais e comerciais os termomagnéticos, que combinam duas atuações muito eficientes.

    Atuação magnética

    Um atuador magnético (solenoide) é o responsável pela abertura do disjuntor quando há uma forte variação de intensidade de corrente que atravessa as expirais da bobina, criando assim um campo magnético capaz de mover o atuador de imediato, desfazendo o contato e interrompendo a passagem de corrente.

    Além desses tipos de situações, com atuação automática, os disjuntores também devem ser usados manualmente para abrir os circuitos, prevenindo qualquer acidente ou ainda impedindo maiores danos quando algo tiver acontecido a um aparelho, pessoa ou animal. Só assim pode-se assegurar a realização de manutenções em tomadas, interruptores e outros equipamentos elétricos ligados à rede.

    Disjuntores: atuação magnética

    Atuação térmica

    Lembra-se do exemplo que falamos no começo deste artigo. Pois bem, aquece disjuntor que desarmou quando você demora no chuveiro provavelmente tem uma função de atuação térmica.

    Os disjuntores térmicos possuem placas bimetálicas que ao serem expostas muito tempo por uma determinada corrente, esquenta e se deformam, ao se deformarem estas placas ligas a um sistema de molas desarma o disjuntor.

    Hoje e mais fácil encontrarmos no mercado dispositivos termomagnéticos que atendem essa exigência e a das atuações térmicas, como mostrado no desenho abaixo:

    Disjuntores: atuação térmica

    Como escolher disjuntores ideais para sua instalação

    Disjuntores com valores de corrente muito baixos em relação aos circuitos que protegem desarmam facilmente sem necessidade, já os com valores mais altos que o ideal deixa de oferecer proteção em momentos que precisariam da sua atuação. A escolha correta de um disjuntor depende da carga elétrica conectada, dos elementos que se deseja proteger e do orçamento disponível.

    Portanto, para escolher um disjuntor é preciso somar as correntes de todos os aparelhos que serão ligados num ambiente ou das lâmpadas que serão instaladas, conforme a divisão dos circuitos. Esta é uma escolha que costuma ainda envolver várias questões técnicas de instalação, como a fiação e o tipo de carga dos aparelhos para definição do comportamento dos disjuntores por isso devem ser feita com muita responsabilidade. Tanto para uma instalação nova como para uma substituição, é sempre recomendável consultar um profissional especializado. Lembre-se de que dimensionar um disjuntor corretamente é uma questão, acima de tudo, de segurança!

    Gostou de saber como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica? Tem alguma dúvida? Deixe um comentário abaixo!

    Para dúvidas sobre proteção de aparelhos elétricos, baixe nosso Guia. É gratuito!

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    09 nov/15
    Como funciona o para-raios e por que somente ele não é suficiente para proteger os seus eletrônicos

    Não é incomum ouvir relatos de danos causados por raios, em que algum conhecido ou até você mesmo tenha tido um grande prejuízo por perder aparelhos conectados à tomada. Um importante sistema de proteção contra esses eventos é o para-raios, que apesar de muito utilizado já há alguns séculos, não tem seus princípios e suas funções tão difundidas.

    Tem ideia de como funciona o para-raios? Sabe que, além dele, vários outros dispositivos devem atuar como proteção contra raios e surtos na rede? Acompanhe este post e fique inteirado sobre o assunto!

    Como funciona o para-raios

    Raios são descargas elétricas que ocorrem dentro das nuvens, de uma para outra ou delas para a superfície da Terra. São sempre perigosos, em especial no último caso, por se tratarem de fenômenos de grande intensidade, carregando altíssimos valores de corrente elétrica, com potencial para queimar aparelhos elétricos e danificar instalações inteiras.

    O primeiro para-raios foi construído em 1752, por Benjamin Franklin, nos Estados Unidos. Com base nas suas experiências da área, incluindo a famosa pipa empinada durante uma tempestade, Franklin concebeu a proposta de instalar hastes de metal de grande altura, ligadas à terra, em lugares com alta incidência de descargas atmosféricas. A ideia inicial era atuar diretamente nas nuvens, impedindo a ocorrência dos raios, mas mesmo com eles acontecendo, passaram a ser atraídos pelas hastes e suas cargas, sendo direcionados para a terra.

    Atualmente

    O princípio do para-raios é, basicamente, o mesmo até hoje. Seu sistema é constituído por uma haste metálica, em geral cobre ou alumínio, ligada ao solo, por fios condutores também feitos desses metais. Em sua extremidade superior, existe uma coroa com três ou mais pontas revestida por platina, em função do forte calor gerado pelos raios.

    O para-raios sozinho não é suficiente

    Cada para-raios, ao atrair descargas de energia tão intensas, protege grandes áreas ao seu redor. Todo e qualquer caminho entre a nuvem e a Terra é um alvo em potencial, desde seres humanos até construções.

    Os para-raios assumem a função de desviar esse caminho, oferecendo-se como a melhor — mais curta do ponto de vista da energia elétrica e mais segura do ponto de vista humano — alternativa para as cargas até o solo. Mesmo com tamanha importância, o para-raios protege, essencialmente, a estrutura física do prédio e as pessoas dentro deste prédio, não evitando que a energia das descargas atinja as instalações elétricas. Os raios provocam surtos elétricos, que transitam pelas redes elétricas e de dados, atingindo as tomadas e os aparelhos dentro de sua casa.

    Equipamentos que ajudam a proteger seus aparelhos

    Como forma extremamente eficiente de proteger seus eletrônicos, o ideal é recorrer aos DPS (Dispositivos Protetores de Surtos), que possuem a função de desviar os surtos gerados pelas descargas atmosféricas e chaveamentos nas instalações elétricas residenciais e corporativas. Eles podem ser instalados nos quadros de distribuição ou em cada tomada, protegendo individualmente aparelhos conectados à rede.

    O para-raios é um instrumento importantíssimo na proteção contra raios, ainda mais quando se trata do Brasil, o país com o maior índice de descargas atmosféricas do planeta. Não se pode ignorar também a sua contribuição ao longo do tempo para a urbanização e para a industrialização das cidades no mundo todo.

    Mas como ainda sofremos com esse fenômeno impossível de ser totalmente controlado, o máximo de cuidado é sempre bem-vindo. Por isso, os dispositivos de proteção contra surtos são aliados fundamentais, tanto quanto o para-raios.

    Entendeu como funciona o para-raios? Ficou com alguma dúvida sobre esse dispositivo ou sobre os DPS? Conte pra gente deixando um comentário aqui no post!

    Baixe também, gratuitamente, o Guia de Proteção Clamper e entenda mais sobre como proteger seus aparelhos elétricos.

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    14 jul/15
    Impactos de apagões e descargas elétricas na sua rede doméstica

    Em períodos chuvosos, as quedas de energia e apagões são comuns em qualquer região do país. Esses acontecimentos causam variações na energia elétrica, provocando danos aos aparelhos. Muitos desses estragos podem ser irreversíveis, gerando um grande prejuízo ao consumidor.

    Muitos aparelhos eletrônicos, como TVs e notebooks, são altamente sensíveis às variações do fluxo de energia em uma rede doméstica. Esse rombo financeiro poderia ser evitado, se o cliente soubesse da importância de proteger sua rede elétrica de raios e blackouts.

    Quer saber tudo sobre os impactos de apagões e descargas elétricas na sua rede? Continue lendo!

    Prejuízos financeiros

    Um dos impactos de apagões e descargas elétricas é sentido pelo bolso do consumidor. Com a interrupção brusca e contínua de energia, os aparelhos perdem seu desempenho ou funcionamento parcial. Com isso, torna-se recorrente consertos de aparelhos, tendo mais custos do que o esperado.

    Queima total

    Os aparelhos em um eventual apagão podem ser estragados por completo quando a eletricidade é reestabelecida. O motivo está na alta carga elétrica que chega até eles quando a rede volta a funcionar.

    Essa elevação extrapola a potência dos eletrônicos, danificando completamente seus circuitos. Do mesmo modo, as descargas atmosféricas (os raios) também causam danos, pois mesmo protegidos pelos para-raios, parte deste surto pode entrar pela rede doméstica, queimando equipamentos sensíveis à variação de energia.

    Com essa abrupta elevação, os aparelhos param de funcionar permanentemente. A partir desses acontecimentos, os prejuízos financeiros são aumentados, pois será necessário adquirir outro aparelho. Além disso, atividades fundamentais do dia a dia, que necessitam de energia, são prejudicadas.

    Tarefas rotineiras

    Muitas atividades dependem da eletricidade para serem executadas. Por exemplo, algo fundamental para muita gente é tomar banho com conforto, ou seja, com água morna ou quente. O chuveiro elétrico é o responsável por prover um bom banho.

    Perdas de alimentos

    Outro transtorno desagradável é a perda de alimentos perecíveis em geladeiras e em freezers. Com a falta de fornecimento contínuo de energia, toda a comida é perdida, pois depende das baixas temperaturas fornecidas pelos aparelhos para ser conservada durante um determinado período.

    Danos a aparelhos hospitalares

    Os surtos elétricos nas residências comprometem aparelhos de uso hospitalar. Respiradores artificiais e desfibriladores, por exemplo, são altamente sensíveis a qualquer mudança de passagem de elétrons. Qualquer variação pode estragar completamente esses aparelhos.

    Com isso, vê-se a gravidade de uma descarga elétrica na rede doméstica. Uma possível queima pode agravar a saúde de pessoas que dependem de equipamentos hospitalares.

    Perigo constante para as pessoas

    Os apagões não causam apenas prejuízos financeiros. Eles causam insegurança para as pessoas que sempre dependem de energia elétrica, como crianças e idosos.

    As atividades básicas são comprometidas, como usar o banheiro e caminhar livremente pela casa. Sem luz, por exemplo, aumenta-se o risco dos moradores de uma casa sofrerem graves acidentes.

    Como evitar os prejuízos dos apagões e dos blackouts

    Para evitar as descargas elétricas causadas por apagões e por surtos elétricos, é fundamental investir em equipamentos de proteção. Há dispositivos de proteção para toda a rede doméstica.

    Eles são instalados na entrada do quadro geral de distribuição energética, regulam a tensão e descarregam o excesso para fios de aterramento. Os equipamentos também podem ser protegidos individualmente, instalando-os na tomada. Esse procedimento evita a queima de dispositivos elétricos sensíveis como os computadores, os tablets e os televisores.

    Viu como podem ser graves os impactos de apagões e descargas elétricas na sua rede doméstica? Já teve experiências negativas com blackouts e surtos de tensão? Comente neste texto a sua opinião e saiba mais sobre a proteção de rede elétrica assinando a nossa newsletter!

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