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    08 fev/16
    3 cuidados que você precisa ter em uma tempestade de raios

    Muitas pessoas ficam aterrorizadas quando se veem em meio a uma tempestade de raios e isso no Brasil não é incomum. O país é um dos que mais sofrem com este fenômeno e, das vítimas fatais, cerca de 20% se encontram dentro de residências.

    Que tal tomar algumas medidas para se proteger de tempestades elétricas? Confira o nosso artigo de hoje!

    Não tomar banho durante as tempestades de raios

    Não é difícil entender o motivo pela qual se deve evitar tomar banho durante as tempestades de raios. A água é um meio no qual a eletricidade pode fluir facilmente e está ligada diretamente à rede elétrica pelo chuveiro.

    Por este motivo, é necessário não apenas evitar o banho em chuveiros, mas qualquer contato com a água. Principalmente quem se encontra em locais próximos a praias ou mesmo na rua, quando a chuva torna todo o ambiente perigoso.

    A atração metálica

    Outro tipo de material altamente condutor, os metais são pontos de forte atração às descargas elétricas. Em meio à uma tempestade de raios, deve-se ficar distante de qualquer coisa que seja composta por metais, mesmo que apenas partes pequenas.

    No caso de se encontrar junto ao seu automóvel, é aconselhado permanecer no interior do veículo e não fora dele. Embora tenha uma composição majoritariamente de metal, os pneus de borracha isolam o conjunto e tornam pouco eficiente a passagem de corrente elétrica pelo automóvel.

    Garantir a proteção na sua residência

    Para quem deseja realmente ficar livre de preocupações em meio a uma tempestade de raios, algumas formas de proteção elétrica são altamente efetivas. Umas das principais é o sistema de aterramento, que dissipa para a terra a energia elevada que pode se encontrar na rede, evitando danos aos equipamentos. A instalação de para-raios — sistema aterrado —, pode ser instalado em qualquer residência, fornecendo segurança às pessoas no seu interior.

    Dispositivos de proteção na rede

    Para assegurar uma residência realmente protegida, é interessante a instalação de DPS (Dispositivos de Proteção contra Surtos elétricos) na rede. Instalados junto ao quadro de distribuição, estes dispositivos podem absorver descargas, evitando que fluam para o interior da residência

    Há também dispositivos que podem atuar de forma parecida a disjuntores, evitando o risco de choques elétricos. Como cuidado nunca é demais, adotar estas dicas pode tornar as tempestades de raios menos aterrorizantes para você e sua família, protegendo seus equipamentos e principalmente a integridade das pessoas presentes.

    Ainda deseja mais segurança? Confira outras dicas para cuidados com a sua rede elétrica doméstica!

    Você também pode fazer o download do nosso Guia de Proteção. Não deixe que os surtos elétricos levem seus aparelhos embora.

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    01 fev/16
    Rede elétrica: erros para evitar e cuidados que você precisa ter

    Cuidados para se ter com a rede elétrica

    A Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade divulgou que o número de mortes causadas por choques elétricos aumentou em 17% de 2013 para 2014. Além disso, existem muitos outros acidentes que causam danos físicos e materiais, comprometendo a segurança de outras pessoas e da rede elétrica em geral.

    Quais cuidados tomar para garantir o máximo de segurança? Conheça as questões da rede elétrica que mais merecem sua atenção, quais cuidados tomar e quais erros evitar!

    Distância mínima entre medidores e dispositivos

    A Light, concessionária de energia, estabeleceu uma regulamentação que exige que, em prédios, a distância mínima entre os medidores de luz e de gás seja de, pelo menos, 5 metros. Essa distância é importante porque uma faísca ou fagulha gerada pelo medidor de energia pode entrar em contato com um possível vazamento de gás, levando à combustão. Com isso, não apenas os medidores de luz e gás devem ficar distantes, mas também é importante manter uma distância mínima entre itens perigosos, como manter itens inflamáveis distantes de uma saída da rede elétrica, por exemplo.

    Cuidados durante chuvas e tempestades

    Durante as chuvas e as tempestades é preciso ter mais cuidado, porque a água pode ser uma boa condutora de energia elétrica. Por isso, é importante manter o chuveiro desligado em um momento de tempestade, por exemplo.

    Erros de instalação

    Já os erros de instalação prejudicam a rede elétrica e são muito comuns, como a fiação dimensionada de maneira incorreta ou a instalação feita por pessoas que não sejam habilitadas para o serviço. A sobrecarga de disjuntores e o uso de materiais de baixa qualidade também são considerados erros de instalação Para evitar esses problemas, o cuidado mais importante deve ser a contratação de um profissional experiente e capacitado para fazer a instalação de toda a rede elétrica, assim como a troca de itens como o chuveiro.

    Manutenção da rede elétrica

    A rede elétrica também precisa de manutenção e um erro muito comum é o de proprietários que simplesmente ignoram essa necessidade. Por isso, o ideal é que a cada 10 anos, no máximo, seja feita uma avaliação de toda a fiação do imóvel para que sejam identificados e corrigidos possíveis problemas. Caso a rede elétrica apresente qualquer problema ou anormalidade antes desse tempo, a manutenção deve ser realizada imediatamente, garantindo segurança e proteção.

    Tensões elétricas diferentes

    Principalmente para quem se muda para um novo imóvel, pode ser difícil ter a certeza sobre qual a tensão da rede elétrica em geral — nesse caso, 127 ou 220 V. Se a rede for de 127 V e você conectar um aparelho de 220 V, nada acontecerá, mas no caso oposto, o aparelho poderá queimar e gerar um curto circuito na rede. Por isso, é muito importante ter cuidado a respeito de tensões elétricas diferentes para garantir o máximo de segurança.

    Proteção a tomadas

    Outro erro é a falta de proteção a tomadas, o que é especialmente grave quando se tem crianças pequenas e animais de estimação por perto. Colocar o dedo na tomada — ou, pior, um objeto metálico — pode originar choques severos.

    O principal cuidado nesse sentido, deve ser o de proteger as tomadas para que elas não sejam acessadas quando não estiverem sendo usadas. Quando se fala em redes elétricas, todos os cuidados são fundamentais e é muito importante evitar erros que podem causar danos mais graves, como curtos circuitos e combustões. Ao saber quais são esses erros e quais cuidados tomar, entretanto, você poderá manter a rede elétrica segura e ativa, garantindo o máximo de aproveitamento.

    Tem outras dicas ou comete algum desses erros? Aproveite os comentários para contar para a gente!

    Agora que você está mais por dentro sobre as bandeiras tarifárias e como economizar energia, que tal saber como proteger seus aparelhos elétricos? Conheça Dicas para garantir a segurança da sua rede elétrica doméstica! Baixe também nosso Guia de Proteção Clamper e não perca seus aparelhos por causa de surtos elétricos.

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    18 jan/16
    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Erros que geram curto circuito

    Curtos circuitos, como o próprio nome diz, ocorrem quando encurtamos o caminho da impedância de um circuito ao ser feito uma ligação entre dois pontos, promovendo assim uma redução abrupta na impedância. Um curto circuito, em sua maioria, é causado por ligação metálica ao qual denominamos curto circuito franco ou arco metálico, porém pode também ser causado por galhos de árvores ou objetos que caem na linha.

    Como acontece uma elevação na corrente do sistema, que pode chegar a ordem de 10 vezes a corrente nominal, ocorre dois efeitos no sistema: o efeito mecânico que ocorre quando surgem esforços mecânicos entre os condutores ou equipamentos conectados a linha e os efeitos térmicos que surgem devido ao superaquecimento dos condutores ou partes condutoras como fios e bornes. Por isso, o curto circuito é um dos maiores responsáveis por incêndios e acidentes domésticos relacionados à eletricidade.

    Quais são os erros mais comuns que geram curto circuito? Saiba como evitá-los!

    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Por preguiça, desatenção ou até mesmo falta de informação, muitas pessoas cometem atos diários das quais possibilitam a ocorrência de um curto circuito. Alguns dos cuidados que se devem ter em relação a este assunto incluem:

    Sobrecarga de tomadas

    uso de benjamins, como adaptadores de tomadas são bastante comuns no Brasil, especialmente entre aparelhos elétricos mais recentes. Embora, a princípio, não exista nenhum problema em usar um adaptador, ao se utilizar vários aparelhos que em sua totalidade somam uma corrente alta no mesmo ponto, pode ocorrer uma sobrecarga elétrica elevando a temperatura deste ponto fazendo com que o adaptador derreta causando assim um curto circuito.

    Uso de aparelhos elétricos próximo à água

    Outro risco é o de utilizar aparelhos elétricos próximos à água, como secadores de cabelo, chapinhas, barbeadores elétricos ou até mesmo carregar celulares ou caixinhas de som após ou durante o banho ou na piscina. Embora a água destilada (sem a presença de impurezas ou sais minerais) não conduza eletricidade, ao ser misturado com cloro ou provenientes do transporte até o chuveiro ela se torna condutora. Além disso ao tomar um banho quente, a água se dissipa pelo ar em forma de vapor deixando o ambiente mais propício a um curto circuito.

    Ausência de manutenção na rede elétrica

    Cada vez mais o mercado nos dispõe de novos produtos para melhorar e facilitar nossas vida. Em geral estes produtos exigem maiores demandas de energia para seu funcionamento, e como em sua maioria não damos a manutenção periódica a rede elétrica de nossa residência, esta pode se mostrar inadequada para toda a demanda da qual o sistema necessita, apresentando assim chances de maiores problemas.

    Falta de proteção nas tomadas

    Tomadas desprotegidas estão suscetíveis a ações que podem causar um curto circuito, como a inserção de elementos metálicos. Dessa forma, tomadas constantemente desprotegidas e ao alcance de crianças pequenas ou animais de estimação podem ser focos preocupantes de curtos.

    Como evitar um curto circuito?

    O primeiro passo para evitar um curto circuito é ter uma fiação corretamente dimensionada e instalada por um profissional habilitado para este fim. Usar aparelhos que ajudem a evitar curtos circuitos, como os que realizam aterramento, também é importante para evitar um possível acidente na rede elétrica.

    De modo semelhante, a manutenção é necessária para garantir que fios desgastados possam ser trocados e tomadas danificadas, substituídas. Investir em hábitos de segurança ajuda a diminuir o risco de curtos de maneira semelhante. A troca de temperatura do chuveiro, por exemplo, deve ser feita com o chuveiro desligado, o corpo seco e chinelos de borracha.

    Evite acidentes

    Quanto mais prevenção houver, menores as chances de um acidente. Ao investir na segurança da sua rede elétrica, você estará investindo na segurança de pessoas e do seu patrimônio.

    Quais são os cuidados que você toma? Conte para a gente, nos comentários!

    Se quiser saber mais sobre como proteger todos seus aparelhos elétricos, baixe o nosso Guia de Proteção. O download é gratuito!

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    04 jan/16
    Surtos elétricos através de redes televisão e linha telefônica

    Surtos elétricos de redes de televisão e linha telefônica

    As redes de televisão — tanto quanto as redes de linha telefônica — podem provocar surtos elétricos perigosos. Por isso, é importante compreender melhor o funcionamento dessas fiações e sistemas, além das formas de proteção disponíveis, de modo a reduzir possibilidades de acidente.

    Geralmente, os usuários costumam se preocupar mais com a rede elétrica de televisão. Contudo, é necessário tomar cuidado também com a linha telefônica.

    Como se proteger de surtos elétricos? Confira o nosso artigo e usufrua das inúmeras vantagens da eletricidade, sem se expor a riscos desnecessários!

    Entendendo o que é um surto elétrico

    Surto elétrico ou surto de energia corresponde ao aumento significativo na tensão da rede elétrica que é, em regra, 127 volts, no Brasil. Tensão é a medida de uma diferença de energia potencial elétrica.

    O que permite que a corrente elétrica percorra um trajeto é justamente a diferença de energia potencial nas extremidades dos fios. Quando a tensão atinge acima de 127 volts, gera problemas na rede elétrica.

    Danificando os equipamentos

    O principal motivo da queima de equipamentos são as perturbações que ocorrem na própria rede elétrica, em especial os surtos elétricos ou sobretensões transitórias. As sobretensões em linhas elétricas de baixa tensão são provocadas, tanto por defasagens em outra instalação ou linha de tensão mais elevada quanto por chaveamentos de cargas elétricas.

    Outra causa é a descarga atmosférica — os raios: atingindo direta ou indiretamente a rede elétrica, os raios provocam o súbito aumento da tensão. O surto elétrico propaga-se pela rede até encontrar um ponto de passagem para o solo (ex: o aparelho que poderá sofrer danos irreparáveis, isto é, a queima do equipamento).

    Proteção parcial

    Para-raios protegem as construções da ação dos raios, pois levam a energia do raio em segurança para a terra. Mas não protegem as redes de televisão e linha telefônica dos surtos elétricos.

    Já o aterramento consiste na ligação elétrica com o solo, por meio de um fio condutor de segurança (fio terra) e de hastes metálicas. Mas ele, isoladamente, também não protege os equipamentos dos surtos elétricos.

    Os filtros de linha e os estabilizadores não protegem contra os surtos elétricos, nem contra os raios. Eles eliminam ou atenuam ruídos de radiofrequência e interferências eletromagnéticas geradas na própria rede elétrica; os estabilizadores reduzem pequenas variações na tensão.

    Proteção definitiva para redes de televisão e telefone

    Para proteger os equipamentos de uma casa, recomenda-se o uso de DPS (Dispositivo Protetor contra Surto Elétrico). Para evitar surtos da rede de televisão e da linha telefônicas, a Clamper criou dois produtos muito eficientes:

    • Clamper Cabo: o Clamper Cabo foi desenvolvido para TV LCD/ LED, com conexão à antena externa (proteção antena/cabo + energia) e para home theater — proteção antena/cabo + energia;
    • Clamper Tel: desenvolvido para telefone sem fio (proteção rede telefônica + energia). Com o Clamper Tel, é possível proteger computadores, modens de internet, fax e pequenas centrais telefônicas. Possui instalação simples e segura, vida útil mais longa, com eficiência e qualidade garantidas.

    O DPS Clamper protege seus equipamentos até contra o surto elétrico gerado por raios. Confira os outros modelos do DPS Clamper.

    Já usa algum Dispositivo Contra Surtos Elétricos em sua casa? Aconteceram problemas com a sua rede de televisão ou linha telefônica? Comente abaixo e, para receber mais dicas e informações sobre bons produtos e surtos elétricos, assine a nossa newsletter. Baixe também nosso Guia de Proteção Clamper.

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    21 dez/15
    Como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica

    Já reparou que ao estar sozinha em casa, tomando um belo banho após um dia exaustivo, é o momento em que o chuveiro para de funcionar? A primeira coisa que pensamos é que ele queimou, mas calma, pode não ser que o disjuntor (ou chave de energia) “caiu”. O que fazer nesses casos? Como evitar que o disjuntor sempre desarme? Como ligar um disjuntor? Como comprar um disjuntor?

    Vamos responder essas e outras perguntas agora.

    O que é um disjuntor

    O disjuntor ou chave de energia é um equipamento de proteção eletromecânico e termomagnético que tem a função de proteger pessoas, bens e patrimônios contra possíveis curtem circuitos e sobrecargas no sistema elétrico. Alem disso o disjuntor também atua como uma chave para interromper o fornecimento do circuito caso este esteja passando por algum tipo de manutenção.

    Fusíveis já foram utilizados com a mesma finalidade dos disjuntores, porém, por apresentarem um ganho relativo de custo, benefício e facilidade na intervenção, flexível pela sua capacidade de adaptação a novas cargas e assegurando a continuidade de serviços, os fusíveis foram substituídos há algumas décadas em instalações elétricas, sendo muito raros atualmente. Outra imensa diferença entre eles é a possibilidade do disjuntor ser utilizado mais de uma vez: enquanto que um fusível deve ser descartado após entrar em ação, pois seu filamento interno se rompe inutilizando-o. Já um disjuntor desarma, sendo necessário apenas religá-lo manualmente no quadro de distribuição para seu funcionamento.

    Existem no mercado vários tipos de disjuntores que atendem especificas funções, para nosso caso, iremos realizar um estudo nos disjuntores de baixa tensão padrão IEC, que são os utilizados comumente em residências.

    Como um disjuntor atua para proteger sua rede elétrica

    Cada disjuntor é fabricado para proteger o circuito de uma determinada anomalia, podendo ser térmica, magnética, de sobretenção de subtenção, entre outros. Porem a forma com que os disjuntores respondem a esta anomalia é praticamente a mesma, desarmar. Os disjuntores de maneira geral podem ser vistos como uma chave que esta ligada em serie ao circuito e que ao detectar uma anomalia se abre fazendo a função de desarmar o sistema. Existem diferentes tipos de mecanismos, sendo os mais comuns nas instalações residenciais e comerciais os termomagnéticos, que combinam duas atuações muito eficientes.

    Atuação magnética

    Um atuador magnético (solenoide) é o responsável pela abertura do disjuntor quando há uma forte variação de intensidade de corrente que atravessa as expirais da bobina, criando assim um campo magnético capaz de mover o atuador de imediato, desfazendo o contato e interrompendo a passagem de corrente.

    Além desses tipos de situações, com atuação automática, os disjuntores também devem ser usados manualmente para abrir os circuitos, prevenindo qualquer acidente ou ainda impedindo maiores danos quando algo tiver acontecido a um aparelho, pessoa ou animal. Só assim pode-se assegurar a realização de manutenções em tomadas, interruptores e outros equipamentos elétricos ligados à rede.

    Disjuntores: atuação magnética

    Atuação térmica

    Lembra-se do exemplo que falamos no começo deste artigo. Pois bem, aquece disjuntor que desarmou quando você demora no chuveiro provavelmente tem uma função de atuação térmica.

    Os disjuntores térmicos possuem placas bimetálicas que ao serem expostas muito tempo por uma determinada corrente, esquenta e se deformam, ao se deformarem estas placas ligas a um sistema de molas desarma o disjuntor.

    Hoje e mais fácil encontrarmos no mercado dispositivos termomagnéticos que atendem essa exigência e a das atuações térmicas, como mostrado no desenho abaixo:

    Disjuntores: atuação térmica

    Como escolher disjuntores ideais para sua instalação

    Disjuntores com valores de corrente muito baixos em relação aos circuitos que protegem desarmam facilmente sem necessidade, já os com valores mais altos que o ideal deixa de oferecer proteção em momentos que precisariam da sua atuação. A escolha correta de um disjuntor depende da carga elétrica conectada, dos elementos que se deseja proteger e do orçamento disponível.

    Portanto, para escolher um disjuntor é preciso somar as correntes de todos os aparelhos que serão ligados num ambiente ou das lâmpadas que serão instaladas, conforme a divisão dos circuitos. Esta é uma escolha que costuma ainda envolver várias questões técnicas de instalação, como a fiação e o tipo de carga dos aparelhos para definição do comportamento dos disjuntores por isso devem ser feita com muita responsabilidade. Tanto para uma instalação nova como para uma substituição, é sempre recomendável consultar um profissional especializado. Lembre-se de que dimensionar um disjuntor corretamente é uma questão, acima de tudo, de segurança!

    Gostou de saber como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica? Tem alguma dúvida? Deixe um comentário abaixo!

    Para dúvidas sobre proteção de aparelhos elétricos, baixe nosso Guia. É gratuito!

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    01 dez/15
    Veja quais são as principais causas de acidentes elétricos

    Queimaduras, tonturas, formigamento, contração muscular, perda de sentidos e até morte, estas são algumas das consequências que um choque elétrico pode causar. Tudo vai depender da área do corpo humano em contato com o condutor, a intensidade da corrente elétrica, o percurso que a corrente elétrica fará no corpo e o tempo de duração do choque.

    O choque elétrico ocorre quando o contato entre um corpo (humano ou animal) e um condutor eletricamente carregado é feito. Neste momento o corpo recebe uma descarga de corrente elétrica fruto da diferença de potencial entre fase (condutor) e terra.

    Percursos da corrente elétrica em contato com o corpo humano.

    Fonte: FUNDACENTRO. Instalações Elétricas Temporárias em canteiros de obras, 2007.

    Números para refletir

    De acordo com a ABRACOPEL – Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade -, 2014 apresentou um aumento de 17,7% no número total de acidentes envolvendo eletricidade em relação ao ano de 2013. Só nos casos de fatalidade em relação ao choque elétrico, o índice subiu mais de 6%. Ou seja, em 2013 ocorreram 592 casos de acidentes fatais com eletricidade e no ano passado o número subiu para 627 mortes. Os homens ainda são maioria esmagadora, com 560 casos contra 67 de acidentes fatais em que as vítimas são mulheres.

    Abaixo um gráfico que mostra os acidentes fatais por choque elétrico mês a mês. Fevereiro é o mês com maior número de casos e agosto, o menor.

    Fonte: Abracopel – Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade

    Outro dado importante levantado pela ABRACOPEL é o que se refere aos locais em que as pessoas sofrem tais acidentes. Se observarmos no gráfico abaixo, o local que se destaca é o ambiente residencial com 180 mortes.

    Fonte: Abracopel – Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade

    As principais causas e prevenções contra acidentes elétricos

    Existem inúmeras maneiras de ocorrer um acidente envolvendo eletricidade. Abaixo listamos algumas das mais comuns e como preveni-las. Lembre-se: fique atento a qualquer suspeita de perigo em redes e instalações. Em caso de dúvida, alerte um profissional qualificado ou as autoridades competentes.

    Primeiros passos

    Entender a causa dos acidentes elétricos e o risco que eles podem causar é o início para pensar em formas efetivas de proteção. Na dúvida sempre contate um especialista para ser orientado ou para realizar o serviço.

    Estava ciente dos riscos que a sua rede elétrica poderia apresentar? Deixe sua opinião nos comentários e sinta-se à vontade para expressar suas dúvidas a respeito!

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