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    15 fev/16
    Voltagem e Amperagem: qual a diferença?

    Entenda a diferença: voltagem vs amperagem

    Diariamente somos envoltos num universo de aparelhos elétricos, seja o computador, a TV, micro-ondas, etc. Cada um deles tem suas especificações técnicas, bem como as indicações específicas de tensão e corrente. Mas daí você sempre se pergunta: o que é tensão e corrente? E voltagem e amperagem? Como isso influencia no meu equipamento eletrônico?

    No post de hoje vamos esclarecer esses conceitos para você de forma simples e mostrar a importância e função de cada um deles. Acompanhe conosco.

    O que é tensão?

    Tensão é a diferença do potencial elétrico entre dois pontos, esta diferença é medida em volts. Quanto maior for a voltagem de um aparelho, mais energia poderá fluir, mesmo se a intensidade da corrente (medida em amperes) for a mesma.

    Vamos imaginar assim: pense na voltagem como sendo uma estrada, se duplicarmos a quantidade de vias, será possível duplicar o fluxo de veículos, mesmo a velocidade sendo a mesma. Outra analogia pode ser feita em comparação com uma tubulação. Quanto maior a tensão, maior será “o diâmetro do tubo”, permitindo assim que mais água possa ser transportada.

    Em ambos os casos, não podemos tratar isso de forma literal, afinal não é necessário duplicar a fiação ou espessura dos cabos para obter uma tensão de 220V em vez de 110V. Entretanto, estas analogias servem para visualizar a diferença entre a tensão e a corrente, que vamos ver logo mais.

    Em cada equipamento, encontramos uma tensão nominal, ou seja, a voltagem de operação. Por exemplo, um LED opera em 3.6V, o motor do seu HD externo usará 12V e o processador dele 1.2V, assim por diante. Há sempre uma margem de tolerância, mas todos os componentes podem ser danificados se submetidos a tensões mais altas que as especificações descritas no manual do equipamento.

    E o que é a corrente?

    Explicando de forma técnica, corrente é o “fluxo ordenado de partículas portadoras de cargas elétricas”. Usando a imaginação novamente e voltando ao caso da tubulação, vamos pensar que a tensão (voltagem) é relativa à espessura do tubo e a corrente (amperagem) será a pressão da água. Quando aumentamos a tensão (alargando o tubo), poderemos fazer com que mais energia possa fluir, mantendo a mesma corrente.

    Em termos práticos, a tensão e a corrente poderão ser aplicadas para se calcular o consumo máximo de diversos equipamentos, caso ele não seja informado, basta apenas multiplicar os valores.

    Um cooler de 120mm, por exemplo, que usa 12V e 0,4A terá um consumo máximo de 4,8 watts (12×0,4), isso quando ele girar na rotação máxima. Caso ele seja instalado em um circuito de controle de rotação, que é o caso da grande maioria quando usado em fontes, então seu consumo será variável e oscilará com a velocidade de rotação.

    Qual a diferença entre voltagem e amperagem?

    Amperagem é o termo leigo quando se quer referir à corrente, enquanto o termo voltagem se refere a tensão.

    Você pode muito bem falar “amperagem” se estiver conversando com outra pessoa e estiver explicando as coisas de maneira mais simples, mas sempre que possível diga “corrente” se precisar respeitar o termo técnico. A mesma coisa no caso da voltagem para se referir a tensão. No caso da escrita, uma opção é usar os termos entre aspas, mostrando assim que você está usando uma linguagem coloquial.

    As terminologias no inglês é que fazem também com que possamos nos confundir um pouco, onde o termo “amperage” (no mesmo sentido usado do “amperagem”) é perfeitamente aceitável e bastante usado. Igualmente nos casos dos termos “voltage” e “wattage”.

    Esperamos que os termos voltagem e amperagem tenham ficado mais claros para vocês e agora já sabemos a diferença de cada um deles. Deixe seu comentário, nos conte o que achou e nos mande outras dúvidas.

    Agora que você está por dentro da voltagem, amperagem e que estar ciente destes conceitos pode te ajudar a aumentar a vida útil de seu aparelho, que tal baixar também nosso Guia de Proteção Clamper? O download é gratuito!

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    25 jan/16
    5 aparelhos elétricos que mais consomem energia

    Aparelhos elétricos que aumentam a conta de luz

    Com o atual cenário energético no Brasil e no mundo, economizar energia se tornou não mais uma necessidade fundamental, mas um hábito para todos. Na hora de controlar os gastos os consumidores se perguntam: quais são os aparelhos que podem gastar mais energia? Se você também tem essa dúvida ou gostaria de saber como economizar sem desligar tais equipamentos, não se preocupe, neste post separamos alguns vilões da conta de luz no fim do mês. Confira:

    Chuveiro elétrico

    Quando falamos em economia de energia sempre vem a mente o chuveiro elétrico como o maior consumidor de energia em uma residência. E não é para menos, com chuveiros cada vez mais potentes, seu consumo corresponde a aproximadamente 30% do valor da sua conta de luz. Só para se ter uma noção, um banho diário de 15 minutos para uma família de 4 pessoas equivale ao consumo de energia cerca de 40 lâmpadas de 100W.

    Para economizarmos energia tendo como base o chuveiro elétrico algumas medidas podem ser tomadas:

    > Diminua o tempo do banho – pode-se desligar o chuveiro sempre que for ensaboar o corpo;

    > Escolha a temperatura adequada – caso o dia não esteja muito frio mude a temperatura para morno;

    > Faça manutenção periódica – caso seu chuveiro ou sua fiação seja antiga, faça manutenção em seu sistema para não sobrecarregar o mesmo;

    > Pense em uma solução de sistemas solares – os sistemas de aquecimento solar podem auxiliar em uma economia de até 25% da sua conta de energia.

    Ar-condicionado

    Cada vez mais comuns em residências, porém mais utilizado em ambientes comerciais, estes aparelhos também possuem a característica de elevar o gasto de energia, por possuir motores para resfriamento. Um ar-condicionado de 12.000 BTU’s, ligados 8 horas por dia gasta em média 11,2kWh por dia o que daria um custo de aproximadamente 145 reais por mês apenas com o ar-condicionado. Algumas dicas de economia para os aparelhos de ar-condicionado são:

    >Utilizar o aparelho na função timer (desliga e liga o equipamento dentro de intervalos de tempo);

    > Preservar os filtros sempre limpos;

    > Manter portas e janelas fechadas para evitar entrada de ar externo;

    > Desligue o aparelho sempre que você se ausentar do ambiente por muito tempo;

    > Evitar sol, utilizando persianas ou cortinas.

    O ar-condicionado quando utilizado em residências no período do verão pode chegar a representar até 35% do consumo de energia. Portanto caso você possua em sua casa, ele é um aparelho que merece atenção.

    Cooktop e fritadeiras sem óleo

    Assim como o chuveiro são aparelhos que convertem energia elétrica em calor por meio de resistências, e em alguns casos ainda possuem ventiladores e exaustores. Estes aparelhos precisam aquecer quase instantaneamente e manter a temperatura elevada, devido ao curto tempo de aquecimento a energia necessita ser muito alta, por isso são aparelhos que consomem muito.

    No caso destes aparelhos a melhor forma de economizar é utilizá-los menos. Dê a preferência por fornos convencionas a gás, pois não utilizam energia elétrica e o valor do gás de cozinha é bastante inferior quando comparado ao preço da eletricidade.

    Geladeira e freezer

    São aparelhos fundamentais em qualquer residência, que não podem ser desligados e que possuem grande impacto na conta de luz. Porém existem algumas dicas simples que podem fazer os gastos de energia nestes aparelhos serem menores:

    > evitar abrir portas desnecessariamente ou deixá-las abertas;

    > não deixar os alimentos encostados na parede, pois isso prejudica a circulação de ar, aumentando o consumo;

    > não colocar alimentos quentes na geladeira;

    > evitar regular o aparelho em temperaturas muito baixas;

    > e sempre verificar a vedação da porta.

    Aparelhos em stand-by

    Os equipamentos ligados no modo de espera são os “ladrões silenciosos” de energia. Aparelhos em stand-by podem representar até cerca de 13% do consumo de energia de uma residência. A melhor forma de evitar estes gastos é desligar o modo de espera ou retirar os aparelhos da tomada e ligar somente quando for necessário.

    Por último indicamos aos clientes que quando forem comprar aparelhos elétricos optarem por aqueles que possuam selos de eficiência energética, pois quanto melhor ela for, menores serão os gastos com energia.

    Veja também: 10 cuidados com sua rede elétrica que podem ajudar a economizar energia.

    Você tinha conhecimento que estes são os maiores vilões da conta de luz? Gostou das nossas dicas de economia de energia? Comente e compartilhe conosco suas respostas.

    Mesmo que alguns aparelhos aumentem a conta de luz, caso não ficarmos de olho, ainda assim não queremos perdê-los para os surtos elétricos. Leia o Guia de Proteção Clamper e sabe como manter a vida úitil dos aparelhos ainda mais longa. Baixe agora.

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    18 jan/16
    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Erros que geram curto circuito

    Curtos circuitos, como o próprio nome diz, ocorrem quando encurtamos o caminho da impedância de um circuito ao ser feito uma ligação entre dois pontos, promovendo assim uma redução abrupta na impedância. Um curto circuito, em sua maioria, é causado por ligação metálica ao qual denominamos curto circuito franco ou arco metálico, porém pode também ser causado por galhos de árvores ou objetos que caem na linha.

    Como acontece uma elevação na corrente do sistema, que pode chegar a ordem de 10 vezes a corrente nominal, ocorre dois efeitos no sistema: o efeito mecânico que ocorre quando surgem esforços mecânicos entre os condutores ou equipamentos conectados a linha e os efeitos térmicos que surgem devido ao superaquecimento dos condutores ou partes condutoras como fios e bornes. Por isso, o curto circuito é um dos maiores responsáveis por incêndios e acidentes domésticos relacionados à eletricidade.

    Quais são os erros mais comuns que geram curto circuito? Saiba como evitá-los!

    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Por preguiça, desatenção ou até mesmo falta de informação, muitas pessoas cometem atos diários das quais possibilitam a ocorrência de um curto circuito. Alguns dos cuidados que se devem ter em relação a este assunto incluem:

    Sobrecarga de tomadas

    uso de benjamins, como adaptadores de tomadas são bastante comuns no Brasil, especialmente entre aparelhos elétricos mais recentes. Embora, a princípio, não exista nenhum problema em usar um adaptador, ao se utilizar vários aparelhos que em sua totalidade somam uma corrente alta no mesmo ponto, pode ocorrer uma sobrecarga elétrica elevando a temperatura deste ponto fazendo com que o adaptador derreta causando assim um curto circuito.

    Uso de aparelhos elétricos próximo à água

    Outro risco é o de utilizar aparelhos elétricos próximos à água, como secadores de cabelo, chapinhas, barbeadores elétricos ou até mesmo carregar celulares ou caixinhas de som após ou durante o banho ou na piscina. Embora a água destilada (sem a presença de impurezas ou sais minerais) não conduza eletricidade, ao ser misturado com cloro ou provenientes do transporte até o chuveiro ela se torna condutora. Além disso ao tomar um banho quente, a água se dissipa pelo ar em forma de vapor deixando o ambiente mais propício a um curto circuito.

    Ausência de manutenção na rede elétrica

    Cada vez mais o mercado nos dispõe de novos produtos para melhorar e facilitar nossas vida. Em geral estes produtos exigem maiores demandas de energia para seu funcionamento, e como em sua maioria não damos a manutenção periódica a rede elétrica de nossa residência, esta pode se mostrar inadequada para toda a demanda da qual o sistema necessita, apresentando assim chances de maiores problemas.

    Falta de proteção nas tomadas

    Tomadas desprotegidas estão suscetíveis a ações que podem causar um curto circuito, como a inserção de elementos metálicos. Dessa forma, tomadas constantemente desprotegidas e ao alcance de crianças pequenas ou animais de estimação podem ser focos preocupantes de curtos.

    Como evitar um curto circuito?

    O primeiro passo para evitar um curto circuito é ter uma fiação corretamente dimensionada e instalada por um profissional habilitado para este fim. Usar aparelhos que ajudem a evitar curtos circuitos, como os que realizam aterramento, também é importante para evitar um possível acidente na rede elétrica.

    De modo semelhante, a manutenção é necessária para garantir que fios desgastados possam ser trocados e tomadas danificadas, substituídas. Investir em hábitos de segurança ajuda a diminuir o risco de curtos de maneira semelhante. A troca de temperatura do chuveiro, por exemplo, deve ser feita com o chuveiro desligado, o corpo seco e chinelos de borracha.

    Evite acidentes

    Quanto mais prevenção houver, menores as chances de um acidente. Ao investir na segurança da sua rede elétrica, você estará investindo na segurança de pessoas e do seu patrimônio.

    Quais são os cuidados que você toma? Conte para a gente, nos comentários!

    Se quiser saber mais sobre como proteger todos seus aparelhos elétricos, baixe o nosso Guia de Proteção. O download é gratuito!

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    04 jan/16
    Surtos elétricos através de redes televisão e linha telefônica

    Surtos elétricos de redes de televisão e linha telefônica

    As redes de televisão — tanto quanto as redes de linha telefônica — podem provocar surtos elétricos perigosos. Por isso, é importante compreender melhor o funcionamento dessas fiações e sistemas, além das formas de proteção disponíveis, de modo a reduzir possibilidades de acidente.

    Geralmente, os usuários costumam se preocupar mais com a rede elétrica de televisão. Contudo, é necessário tomar cuidado também com a linha telefônica.

    Como se proteger de surtos elétricos? Confira o nosso artigo e usufrua das inúmeras vantagens da eletricidade, sem se expor a riscos desnecessários!

    Entendendo o que é um surto elétrico

    Surto elétrico ou surto de energia corresponde ao aumento significativo na tensão da rede elétrica que é, em regra, 127 volts, no Brasil. Tensão é a medida de uma diferença de energia potencial elétrica.

    O que permite que a corrente elétrica percorra um trajeto é justamente a diferença de energia potencial nas extremidades dos fios. Quando a tensão atinge acima de 127 volts, gera problemas na rede elétrica.

    Danificando os equipamentos

    O principal motivo da queima de equipamentos são as perturbações que ocorrem na própria rede elétrica, em especial os surtos elétricos ou sobretensões transitórias. As sobretensões em linhas elétricas de baixa tensão são provocadas, tanto por defasagens em outra instalação ou linha de tensão mais elevada quanto por chaveamentos de cargas elétricas.

    Outra causa é a descarga atmosférica — os raios: atingindo direta ou indiretamente a rede elétrica, os raios provocam o súbito aumento da tensão. O surto elétrico propaga-se pela rede até encontrar um ponto de passagem para o solo (ex: o aparelho que poderá sofrer danos irreparáveis, isto é, a queima do equipamento).

    Proteção parcial

    Para-raios protegem as construções da ação dos raios, pois levam a energia do raio em segurança para a terra. Mas não protegem as redes de televisão e linha telefônica dos surtos elétricos.

    Já o aterramento consiste na ligação elétrica com o solo, por meio de um fio condutor de segurança (fio terra) e de hastes metálicas. Mas ele, isoladamente, também não protege os equipamentos dos surtos elétricos.

    Os filtros de linha e os estabilizadores não protegem contra os surtos elétricos, nem contra os raios. Eles eliminam ou atenuam ruídos de radiofrequência e interferências eletromagnéticas geradas na própria rede elétrica; os estabilizadores reduzem pequenas variações na tensão.

    Proteção definitiva para redes de televisão e telefone

    Para proteger os equipamentos de uma casa, recomenda-se o uso de DPS (Dispositivo Protetor contra Surto Elétrico). Para evitar surtos da rede de televisão e da linha telefônicas, a Clamper criou dois produtos muito eficientes:

    • Clamper Cabo: o Clamper Cabo foi desenvolvido para TV LCD/ LED, com conexão à antena externa (proteção antena/cabo + energia) e para home theater — proteção antena/cabo + energia;
    • Clamper Tel: desenvolvido para telefone sem fio (proteção rede telefônica + energia). Com o Clamper Tel, é possível proteger computadores, modens de internet, fax e pequenas centrais telefônicas. Possui instalação simples e segura, vida útil mais longa, com eficiência e qualidade garantidas.

    O DPS Clamper protege seus equipamentos até contra o surto elétrico gerado por raios. Confira os outros modelos do DPS Clamper.

    Já usa algum Dispositivo Contra Surtos Elétricos em sua casa? Aconteceram problemas com a sua rede de televisão ou linha telefônica? Comente abaixo e, para receber mais dicas e informações sobre bons produtos e surtos elétricos, assine a nossa newsletter. Baixe também nosso Guia de Proteção Clamper.

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    28 dez/15
    Conheça os tipos de descargas elétricas

    Você conhece os diferentes tipos de descargas elétricas existentes? Neste post vamos explicar quais são e como eles acontecem na atmosfera, continue a leitura e fique por dentro!

    O que são as descargas elétricas

    Antes de falarmos sobre os tipos de descargas elétricas, vamos tentar entender o que são descargas elétricas ou raios como são conhecidos.

    Um raio é identificado por dois princípios, o trovão e o relâmpago. A descarga elétrica provocada pela diferença de potencial entre duas porções de matérias (terra ou nuvem) ioniza o ar em um percurso criando um plasma que emite radiação eletromagnética. Parte dessa radiação é emitida em forma de luz, a esse fenômeno denominamos o nome de relâmpago. Ao liberar este plasma, o ar se expande rapidamente gerando uma onda de choque sônica, a este fenômeno denominamos trovão.

    Os raios ocorrem, pois no interior das nuvens ocorre uma eletrificação que provem da mudança de distribuição de cargas. A descarga inicia quando o campo elétrico produzido por estas cargas excede a capacidade isolante, também conhecida como rigidez dielétrica, do ar em um dado local na atmosfera, que pode ser dentro da nuvem ou próximo ao solo. Quebrada a rigidez, tem início um rápido movimento de elétrons de uma região de cargas negativas para uma região de cargas positivas. Existem diversos tipos de descargas, classificadas em função do local onde se originam e do local onde terminam.

    Descargas nuvem-solo

    As descargas nuvem solo, como próprio nome diz, têm sua origem na nuvem e seu caminho final no solo. São as mais comuns em nosso cotidiano e por esta razão as mais estudadas. Este tipo de descarga pode ser subdividido em duas modalidades dependentes da sua polaridade, os negativos e os positivos.

    As descargas nuvem solo negativas equivalem a cerca de 90% das emissões de raios desta natureza, estes se originam no interior das nuvens que são carregadas negativamente e são descarregadas no solo.

    As descargas nuvem solo positivas são mais raras mais não improváveis, ela se da normalmente no tipo de nuvens chamadas de cúmulo-nimbo, que são nuvens de formato achatados e planos. Apesar de serem raras as descargas positivas se caracterizam por serem mais destrutivas do que as negativas podendo o pico de corrente chagar a marca dos 200kA enquanto que em descargas negativas a corrente de descarga inicial e tipicamente de 30kA.

    Descarga intra-nuvem

    As maiorias das descargas elétricas ocorrem nesta modalidade. As descargas intra-nuvem como o próprio nome diz, ocorre entre o interior das nuvens cúmulo-nimbo carregada negativamente e segue em direção acima desta, onde comumente concentram-se cargas positivas.

    Outro nome dado para raios intra-nuvem é “Anvil Crawler” (raio em árvore ou “raio aranha”, por parecer-se com uma teia de aranha se espalhando), devido às cargas serem tipicamente originadas abaixo ou dentro da bigorna (anvil), nas camadas superiores da Cumulonimbus, e normalmente geram várias ramificações que são assustadoras de se testemunhar. Esses relâmpagos percorrem grandes distâncias e se movem mais lentamente que os outros, sendo possível se observar claramente suas ramificações.

    Descarga solo-nuvem

    Quando temos uma estrutura muito alta como um prédio ou antena no alto do morro, ou ate mesmo um local onde as nuvens são mais baixas, podem ocorrer às descargas chamadas de solo-nuvem. Este tipo de raio se forma quando íons negativos atraem o líder, que ergue-se do chão e junta-se com os íons carregados positivamente em uma nuvem cúmulo-nimbo.

    Gostou de saber mais sobre os tipos de descargas elétricas? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário no post e mantenha contato conosco!

    Além disso, faça também, gratuitamente, o download do nosso Guia de Proteção Clamper. As descargas elétricas não serão páreo para você.

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    21 dez/15
    Como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica

    Já reparou que ao estar sozinha em casa, tomando um belo banho após um dia exaustivo, é o momento em que o chuveiro para de funcionar? A primeira coisa que pensamos é que ele queimou, mas calma, pode não ser que o disjuntor (ou chave de energia) “caiu”. O que fazer nesses casos? Como evitar que o disjuntor sempre desarme? Como ligar um disjuntor? Como comprar um disjuntor?

    Vamos responder essas e outras perguntas agora.

    O que é um disjuntor

    O disjuntor ou chave de energia é um equipamento de proteção eletromecânico e termomagnético que tem a função de proteger pessoas, bens e patrimônios contra possíveis curtem circuitos e sobrecargas no sistema elétrico. Alem disso o disjuntor também atua como uma chave para interromper o fornecimento do circuito caso este esteja passando por algum tipo de manutenção.

    Fusíveis já foram utilizados com a mesma finalidade dos disjuntores, porém, por apresentarem um ganho relativo de custo, benefício e facilidade na intervenção, flexível pela sua capacidade de adaptação a novas cargas e assegurando a continuidade de serviços, os fusíveis foram substituídos há algumas décadas em instalações elétricas, sendo muito raros atualmente. Outra imensa diferença entre eles é a possibilidade do disjuntor ser utilizado mais de uma vez: enquanto que um fusível deve ser descartado após entrar em ação, pois seu filamento interno se rompe inutilizando-o. Já um disjuntor desarma, sendo necessário apenas religá-lo manualmente no quadro de distribuição para seu funcionamento.

    Existem no mercado vários tipos de disjuntores que atendem especificas funções, para nosso caso, iremos realizar um estudo nos disjuntores de baixa tensão padrão IEC, que são os utilizados comumente em residências.

    Como um disjuntor atua para proteger sua rede elétrica

    Cada disjuntor é fabricado para proteger o circuito de uma determinada anomalia, podendo ser térmica, magnética, de sobretenção de subtenção, entre outros. Porem a forma com que os disjuntores respondem a esta anomalia é praticamente a mesma, desarmar. Os disjuntores de maneira geral podem ser vistos como uma chave que esta ligada em serie ao circuito e que ao detectar uma anomalia se abre fazendo a função de desarmar o sistema. Existem diferentes tipos de mecanismos, sendo os mais comuns nas instalações residenciais e comerciais os termomagnéticos, que combinam duas atuações muito eficientes.

    Atuação magnética

    Um atuador magnético (solenoide) é o responsável pela abertura do disjuntor quando há uma forte variação de intensidade de corrente que atravessa as expirais da bobina, criando assim um campo magnético capaz de mover o atuador de imediato, desfazendo o contato e interrompendo a passagem de corrente.

    Além desses tipos de situações, com atuação automática, os disjuntores também devem ser usados manualmente para abrir os circuitos, prevenindo qualquer acidente ou ainda impedindo maiores danos quando algo tiver acontecido a um aparelho, pessoa ou animal. Só assim pode-se assegurar a realização de manutenções em tomadas, interruptores e outros equipamentos elétricos ligados à rede.

    Disjuntores: atuação magnética

    Atuação térmica

    Lembra-se do exemplo que falamos no começo deste artigo. Pois bem, aquece disjuntor que desarmou quando você demora no chuveiro provavelmente tem uma função de atuação térmica.

    Os disjuntores térmicos possuem placas bimetálicas que ao serem expostas muito tempo por uma determinada corrente, esquenta e se deformam, ao se deformarem estas placas ligas a um sistema de molas desarma o disjuntor.

    Hoje e mais fácil encontrarmos no mercado dispositivos termomagnéticos que atendem essa exigência e a das atuações térmicas, como mostrado no desenho abaixo:

    Disjuntores: atuação térmica

    Como escolher disjuntores ideais para sua instalação

    Disjuntores com valores de corrente muito baixos em relação aos circuitos que protegem desarmam facilmente sem necessidade, já os com valores mais altos que o ideal deixa de oferecer proteção em momentos que precisariam da sua atuação. A escolha correta de um disjuntor depende da carga elétrica conectada, dos elementos que se deseja proteger e do orçamento disponível.

    Portanto, para escolher um disjuntor é preciso somar as correntes de todos os aparelhos que serão ligados num ambiente ou das lâmpadas que serão instaladas, conforme a divisão dos circuitos. Esta é uma escolha que costuma ainda envolver várias questões técnicas de instalação, como a fiação e o tipo de carga dos aparelhos para definição do comportamento dos disjuntores por isso devem ser feita com muita responsabilidade. Tanto para uma instalação nova como para uma substituição, é sempre recomendável consultar um profissional especializado. Lembre-se de que dimensionar um disjuntor corretamente é uma questão, acima de tudo, de segurança!

    Gostou de saber como escolher disjuntores para proteger sua rede elétrica? Tem alguma dúvida? Deixe um comentário abaixo!

    Para dúvidas sobre proteção de aparelhos elétricos, baixe nosso Guia. É gratuito!

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