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    25 jan/16
    5 aparelhos elétricos que mais consomem energia

    Aparelhos elétricos que aumentam a conta de luz

    Com o atual cenário energético no Brasil e no mundo, economizar energia se tornou não mais uma necessidade fundamental, mas um hábito para todos. Na hora de controlar os gastos os consumidores se perguntam: quais são os aparelhos que podem gastar mais energia? Se você também tem essa dúvida ou gostaria de saber como economizar sem desligar tais equipamentos, não se preocupe, neste post separamos alguns vilões da conta de luz no fim do mês. Confira:

    Chuveiro elétrico

    Quando falamos em economia de energia sempre vem a mente o chuveiro elétrico como o maior consumidor de energia em uma residência. E não é para menos, com chuveiros cada vez mais potentes, seu consumo corresponde a aproximadamente 30% do valor da sua conta de luz. Só para se ter uma noção, um banho diário de 15 minutos para uma família de 4 pessoas equivale ao consumo de energia cerca de 40 lâmpadas de 100W.

    Para economizarmos energia tendo como base o chuveiro elétrico algumas medidas podem ser tomadas:

    > Diminua o tempo do banho – pode-se desligar o chuveiro sempre que for ensaboar o corpo;

    > Escolha a temperatura adequada – caso o dia não esteja muito frio mude a temperatura para morno;

    > Faça manutenção periódica – caso seu chuveiro ou sua fiação seja antiga, faça manutenção em seu sistema para não sobrecarregar o mesmo;

    > Pense em uma solução de sistemas solares – os sistemas de aquecimento solar podem auxiliar em uma economia de até 25% da sua conta de energia.

    Ar-condicionado

    Cada vez mais comuns em residências, porém mais utilizado em ambientes comerciais, estes aparelhos também possuem a característica de elevar o gasto de energia, por possuir motores para resfriamento. Um ar-condicionado de 12.000 BTU’s, ligados 8 horas por dia gasta em média 11,2kWh por dia o que daria um custo de aproximadamente 145 reais por mês apenas com o ar-condicionado. Algumas dicas de economia para os aparelhos de ar-condicionado são:

    >Utilizar o aparelho na função timer (desliga e liga o equipamento dentro de intervalos de tempo);

    > Preservar os filtros sempre limpos;

    > Manter portas e janelas fechadas para evitar entrada de ar externo;

    > Desligue o aparelho sempre que você se ausentar do ambiente por muito tempo;

    > Evitar sol, utilizando persianas ou cortinas.

    O ar-condicionado quando utilizado em residências no período do verão pode chegar a representar até 35% do consumo de energia. Portanto caso você possua em sua casa, ele é um aparelho que merece atenção.

    Cooktop e fritadeiras sem óleo

    Assim como o chuveiro são aparelhos que convertem energia elétrica em calor por meio de resistências, e em alguns casos ainda possuem ventiladores e exaustores. Estes aparelhos precisam aquecer quase instantaneamente e manter a temperatura elevada, devido ao curto tempo de aquecimento a energia necessita ser muito alta, por isso são aparelhos que consomem muito.

    No caso destes aparelhos a melhor forma de economizar é utilizá-los menos. Dê a preferência por fornos convencionas a gás, pois não utilizam energia elétrica e o valor do gás de cozinha é bastante inferior quando comparado ao preço da eletricidade.

    Geladeira e freezer

    São aparelhos fundamentais em qualquer residência, que não podem ser desligados e que possuem grande impacto na conta de luz. Porém existem algumas dicas simples que podem fazer os gastos de energia nestes aparelhos serem menores:

    > evitar abrir portas desnecessariamente ou deixá-las abertas;

    > não deixar os alimentos encostados na parede, pois isso prejudica a circulação de ar, aumentando o consumo;

    > não colocar alimentos quentes na geladeira;

    > evitar regular o aparelho em temperaturas muito baixas;

    > e sempre verificar a vedação da porta.

    Aparelhos em stand-by

    Os equipamentos ligados no modo de espera são os “ladrões silenciosos” de energia. Aparelhos em stand-by podem representar até cerca de 13% do consumo de energia de uma residência. A melhor forma de evitar estes gastos é desligar o modo de espera ou retirar os aparelhos da tomada e ligar somente quando for necessário.

    Por último indicamos aos clientes que quando forem comprar aparelhos elétricos optarem por aqueles que possuam selos de eficiência energética, pois quanto melhor ela for, menores serão os gastos com energia.

    Veja também: 10 cuidados com sua rede elétrica que podem ajudar a economizar energia.

    Você tinha conhecimento que estes são os maiores vilões da conta de luz? Gostou das nossas dicas de economia de energia? Comente e compartilhe conosco suas respostas.

    Mesmo que alguns aparelhos aumentem a conta de luz, caso não ficarmos de olho, ainda assim não queremos perdê-los para os surtos elétricos. Leia o Guia de Proteção Clamper e sabe como manter a vida úitil dos aparelhos ainda mais longa. Baixe agora.

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    18 jan/16
    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Erros que geram curto circuito

    Curtos circuitos, como o próprio nome diz, ocorrem quando encurtamos o caminho da impedância de um circuito ao ser feito uma ligação entre dois pontos, promovendo assim uma redução abrupta na impedância. Um curto circuito, em sua maioria, é causado por ligação metálica ao qual denominamos curto circuito franco ou arco metálico, porém pode também ser causado por galhos de árvores ou objetos que caem na linha.

    Como acontece uma elevação na corrente do sistema, que pode chegar a ordem de 10 vezes a corrente nominal, ocorre dois efeitos no sistema: o efeito mecânico que ocorre quando surgem esforços mecânicos entre os condutores ou equipamentos conectados a linha e os efeitos térmicos que surgem devido ao superaquecimento dos condutores ou partes condutoras como fios e bornes. Por isso, o curto circuito é um dos maiores responsáveis por incêndios e acidentes domésticos relacionados à eletricidade.

    Quais são os erros mais comuns que geram curto circuito? Saiba como evitá-los!

    Quais os erros mais comuns que geram curto circuito?

    Por preguiça, desatenção ou até mesmo falta de informação, muitas pessoas cometem atos diários das quais possibilitam a ocorrência de um curto circuito. Alguns dos cuidados que se devem ter em relação a este assunto incluem:

    Sobrecarga de tomadas

    uso de benjamins, como adaptadores de tomadas são bastante comuns no Brasil, especialmente entre aparelhos elétricos mais recentes. Embora, a princípio, não exista nenhum problema em usar um adaptador, ao se utilizar vários aparelhos que em sua totalidade somam uma corrente alta no mesmo ponto, pode ocorrer uma sobrecarga elétrica elevando a temperatura deste ponto fazendo com que o adaptador derreta causando assim um curto circuito.

    Uso de aparelhos elétricos próximo à água

    Outro risco é o de utilizar aparelhos elétricos próximos à água, como secadores de cabelo, chapinhas, barbeadores elétricos ou até mesmo carregar celulares ou caixinhas de som após ou durante o banho ou na piscina. Embora a água destilada (sem a presença de impurezas ou sais minerais) não conduza eletricidade, ao ser misturado com cloro ou provenientes do transporte até o chuveiro ela se torna condutora. Além disso ao tomar um banho quente, a água se dissipa pelo ar em forma de vapor deixando o ambiente mais propício a um curto circuito.

    Ausência de manutenção na rede elétrica

    Cada vez mais o mercado nos dispõe de novos produtos para melhorar e facilitar nossas vida. Em geral estes produtos exigem maiores demandas de energia para seu funcionamento, e como em sua maioria não damos a manutenção periódica a rede elétrica de nossa residência, esta pode se mostrar inadequada para toda a demanda da qual o sistema necessita, apresentando assim chances de maiores problemas.

    Falta de proteção nas tomadas

    Tomadas desprotegidas estão suscetíveis a ações que podem causar um curto circuito, como a inserção de elementos metálicos. Dessa forma, tomadas constantemente desprotegidas e ao alcance de crianças pequenas ou animais de estimação podem ser focos preocupantes de curtos.

    Como evitar um curto circuito?

    O primeiro passo para evitar um curto circuito é ter uma fiação corretamente dimensionada e instalada por um profissional habilitado para este fim. Usar aparelhos que ajudem a evitar curtos circuitos, como os que realizam aterramento, também é importante para evitar um possível acidente na rede elétrica.

    De modo semelhante, a manutenção é necessária para garantir que fios desgastados possam ser trocados e tomadas danificadas, substituídas. Investir em hábitos de segurança ajuda a diminuir o risco de curtos de maneira semelhante. A troca de temperatura do chuveiro, por exemplo, deve ser feita com o chuveiro desligado, o corpo seco e chinelos de borracha.

    Evite acidentes

    Quanto mais prevenção houver, menores as chances de um acidente. Ao investir na segurança da sua rede elétrica, você estará investindo na segurança de pessoas e do seu patrimônio.

    Quais são os cuidados que você toma? Conte para a gente, nos comentários!

    Se quiser saber mais sobre como proteger todos seus aparelhos elétricos, baixe o nosso Guia de Proteção. O download é gratuito!

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    11 jan/16
    Curiosidade: Entenda melhor as bandeiras tarifárias!

    O parque gerador de energia elétrico brasileiro é composto em sua maioria por usinas hidrelétricas, que, para funcionar, devem ter em seu reservatório uma quantidade apropriada de água armazenada. Porém como nos últimos anos as chuvas para o armazenamento da água têm se tornado cada vez mais escassas, necessitamos de uma segunda opção para a geração de energia elétrica. Com intuito de suprir esta falta de chuvas, usamos usinas termoelétricas, movidas a combustíveis como gás natural, óleo combustível, carvão e diesel. As usinas termoelétricas poupam água dos reservatórios porém, possuem maior custo de geração. Antes estes custos eram repassados para o consumidor ao reajuste da tarifa de energia, o que ocorria com ate um ano de atraso. Para diminuir este atraso a ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) criou o sistema de bandeiras tarifárias que informa o consumidor sobre o custo adicional com a compra de energia, dando assim oportunidade do consumidor adaptar seu consumo de forma consciente. Quer saber como ter uma conta mais barata no próximo mês? Acompanhe este post que preparamos especialmente para você sobre as bandeiras tarifárias!

    O que são as bandeiras tarifárias?

    As bandeiras tarifárias funcionam como um semáforo que informa ao consumidor sobre a quantidade de KWh comprado para suprir a geração de energia elétrica do sistema. Elas são uma forma do consumidor tentar diminuir (ou não aumentar), seu consumo de energia passando de uma cor para outra mais barata.

    O que significa cada cor?

    Cor verde

    A bandeira verde significa que as condições de geração de energia elétrica são favoráveis e não haverá nenhum custo extra. Isto é, a geração pelas hidroelétricas são compatíveis com a demanda do consumidor.

    Cor amarela

    A bandeira amarela indica condições menos favoráveis, neste caso há necessidade de complementar a geração de energia elétrica. O consumidor deve ter atenção para evitar desperdícios de energia.

    Cor vermelha

    A cor vermelha indica condições mais caras para geração de energia. Ou seja, demanda-se de maiores meios para se obter a geração necessária para alimentar o sistema.

    Quanto se paga de acordo com a bandeira?

    A ideia é bem simples: quanto maiores os custos de produção de energia, maior também será o preço pago pelo consumidor. Em números, temos:

    > bandeira verde: o valor continua normal, não é acrescido despesas na tarifa mensal;

    > bandeira amarela: a tarifa sofrerá acréscimo de R$0,025 a cada kWh consumido. (Valor informado sem cálculo de impostos);

    > bandeira vermelha: a tarifa sofrerá acréscimo de R$0,045 a cada kWh consumido. (Valor informado sem cálculo de impostos).

    Sabendo mais sobre as cores das bandeiras e suas despesas, fica mais fácil controlar os custos da sua conta. Valores vigentes em Dezembro de 2015.

    Consumo zero ou consumo inferior ao mínimo da classe

    Nos casos de consumo 0 (zero) ou consumo inferior ao mínimo da classe é cobrado o custo de disponibilidade do sistema elétrico conforme artigo nº 98 da resolução Normativa ANEEL nº 414. Ou seja, mesmo quando há consumo zero no local, o cliente será tarifado no Sistema de Bandeiras Tarifárias, de acordo com o consumo mínimo (custo de disponibilidade). Assim, a unidade consumidora que consumir dentro desses valores, vai ser tarifado proporcionalmente ao que gastar.

    Como economizar usando as bandeiras?

    Chuveiro elétrico:

    > Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos;

    > Selecionar a temperatura morna no verão;

    > Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo;

    Ar condicionado:

    > Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado;

    > Manter os filtros limpos;

    > Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado;

    > Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto;

    Geladeira:

    >Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário;

    > Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções;

    > Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira;

    > Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos;

    > Não forrar as prateleiras;

    > Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente;

    Iluminação:

    > Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras;

    Ferro de passar:

    > Juntar roupas para passar de uma só vez;

    > Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura;

    > Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa;

    Aparelhos em stand-by:

    > Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências.

    Agora que você está mais por dentro sobre as bandeiras tarifárias e como economizar energia, que tal saber como proteger seus aparelhos elétricos? Conheça Dicas para garantir a segurança da sua rede elétrica doméstica! Baixe também nosso Guia de Proteção Clamper e não perca seus aparelhos por causa de surtos elétricos.

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    04 jan/16
    Surtos elétricos através de redes televisão e linha telefônica

    Surtos elétricos de redes de televisão e linha telefônica

    As redes de televisão — tanto quanto as redes de linha telefônica — podem provocar surtos elétricos perigosos. Por isso, é importante compreender melhor o funcionamento dessas fiações e sistemas, além das formas de proteção disponíveis, de modo a reduzir possibilidades de acidente.

    Geralmente, os usuários costumam se preocupar mais com a rede elétrica de televisão. Contudo, é necessário tomar cuidado também com a linha telefônica.

    Como se proteger de surtos elétricos? Confira o nosso artigo e usufrua das inúmeras vantagens da eletricidade, sem se expor a riscos desnecessários!

    Entendendo o que é um surto elétrico

    Surto elétrico ou surto de energia corresponde ao aumento significativo na tensão da rede elétrica que é, em regra, 127 volts, no Brasil. Tensão é a medida de uma diferença de energia potencial elétrica.

    O que permite que a corrente elétrica percorra um trajeto é justamente a diferença de energia potencial nas extremidades dos fios. Quando a tensão atinge acima de 127 volts, gera problemas na rede elétrica.

    Danificando os equipamentos

    O principal motivo da queima de equipamentos são as perturbações que ocorrem na própria rede elétrica, em especial os surtos elétricos ou sobretensões transitórias. As sobretensões em linhas elétricas de baixa tensão são provocadas, tanto por defasagens em outra instalação ou linha de tensão mais elevada quanto por chaveamentos de cargas elétricas.

    Outra causa é a descarga atmosférica — os raios: atingindo direta ou indiretamente a rede elétrica, os raios provocam o súbito aumento da tensão. O surto elétrico propaga-se pela rede até encontrar um ponto de passagem para o solo (ex: o aparelho que poderá sofrer danos irreparáveis, isto é, a queima do equipamento).

    Proteção parcial

    Para-raios protegem as construções da ação dos raios, pois levam a energia do raio em segurança para a terra. Mas não protegem as redes de televisão e linha telefônica dos surtos elétricos.

    Já o aterramento consiste na ligação elétrica com o solo, por meio de um fio condutor de segurança (fio terra) e de hastes metálicas. Mas ele, isoladamente, também não protege os equipamentos dos surtos elétricos.

    Os filtros de linha e os estabilizadores não protegem contra os surtos elétricos, nem contra os raios. Eles eliminam ou atenuam ruídos de radiofrequência e interferências eletromagnéticas geradas na própria rede elétrica; os estabilizadores reduzem pequenas variações na tensão.

    Proteção definitiva para redes de televisão e telefone

    Para proteger os equipamentos de uma casa, recomenda-se o uso de DPS (Dispositivo Protetor contra Surto Elétrico). Para evitar surtos da rede de televisão e da linha telefônicas, a Clamper criou dois produtos muito eficientes:

    • Clamper Cabo: o Clamper Cabo foi desenvolvido para TV LCD/ LED, com conexão à antena externa (proteção antena/cabo + energia) e para home theater — proteção antena/cabo + energia;
    • Clamper Tel: desenvolvido para telefone sem fio (proteção rede telefônica + energia). Com o Clamper Tel, é possível proteger computadores, modens de internet, fax e pequenas centrais telefônicas. Possui instalação simples e segura, vida útil mais longa, com eficiência e qualidade garantidas.

    O DPS Clamper protege seus equipamentos até contra o surto elétrico gerado por raios. Confira os outros modelos do DPS Clamper.

    Já usa algum Dispositivo Contra Surtos Elétricos em sua casa? Aconteceram problemas com a sua rede de televisão ou linha telefônica? Comente abaixo e, para receber mais dicas e informações sobre bons produtos e surtos elétricos, assine a nossa newsletter. Baixe também nosso Guia de Proteção Clamper.

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