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    23 nov/15
    Como funciona a indenização de aparelhos elétricos por causa de raios e de apagões

    Falta de energia, variações de tensão, chuva, picos de energia, esses e outros distúrbios podem se tornar um problemão se ocorrerem frequentemente, e em decorrência disso, ocasionalmente, pode acontecer a queima de algum aparelho que esteja ligado à rede elétrica. Isto se torna um imenso transtorno para o consumidor final.

    Mas você sabia que em alguns casos você pode pedir o ressarcimento do produto diretamente para a concessionária de energia?

    Vamos descobrir hoje como e possível obter uma indenização e em quais casos se aplicam!

    Como é possível obter indenizações?

    Ao perceber que algum aparelho elétrico apresenta dano decorrente da variação no fornecimento de energia elétrica devido à ocorrência de raios, falta de luz ou picos de energia vindos da concessionária, o consumidor deverá acionar em até 90 dias sua concessionária de energia elétrica. Este contato pode ser realizado pessoalmente, pelo site ou pelo telefone que consta na conta de luz.

    Cada concessionária tem sua norma interna de procedimento para este tipo de caso, porém, segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), os elementos mínimos a serem apresentados são:

    I – data e horário prováveis da ocorrência do dano;

    II – informações que demonstrem que o solicitante é o titular da unidade consumidora, ou seu representante legal;

    III – relato do problema apresentado no equipamento elétrico;

    IV – descrição e características gerais do equipamento danificado, tais como marca e modelo.

    V – informação sobre o meio de comunicação de sua preferência, dentre os ofertados pela distribuidora. (Redação dada pela Resolução Normativa ANEEL nº 499, de 03.07.2012)

    Ainda segundo resolução normativa da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) 414/2010, (REN414/2010), que dispõe dos direitos e deveres do consumidor de energia elétrica, a concessionárias dispõe de até 90 dias consecutivos para finalização do caso.

    E se não funcionar?

    Se após procurar a companhia de energia o problema persistir, o consumidor deve procurar o Procon. O órgão de defesa pode ser acionado em algum de seus pontos de atendimento ou pela internet.

    Em todos os casos, uma investigação será aberta e a companhia de energia é notificada para prestar esclarecimentos ao órgão e ao consumidor. Os processos de atendimento podem demorar de 10 a 120 dias corridos para serem concluídos.

    Segundo o Procon, a maioria dos atendimentos chegam a algum acordo. Quando isso não ocorre, o consumidor pode procurar o Juizado Especial Cível (JEC) caso a indenização não ultrapasse 40 salários mínimos com um advogado, ou sem, caso ela seja menor que 20 salários. Todos os atendimentos feitos por meio do Procon são registrados no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec).

    Prejuízos, é melhor evitar!

    Quando os dados são compilados no Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas, as concessionárias que registrarem alto índice de reclamações não resolvidas podem sofrer pesadas multas.

    Para evitar estas e outras dores de cabeça sempre recomendamos o uso de protetores para sua rede elétrica, seja ele um DPS (dispositivos de proteção contra surtos), um IDR (interruptor diferencia residual) ou um DTM (disjuntor termomagnético), seja para residência, comércio ou indústria. Assim, tanto pessoas quanto equipamentos se manterão seguros contra falhas da rede elétrica.

    Já precisou entrar em contato com uma companhia de energia para solicitar um ressarcimento? Possui alguma medida para evitar danos aos produtos elétricos? Compartilhe-as com a gente!

    Para não ter dor de cabeça posterior, você pode baixar e ler o Guia de Proteção Clamper e saber a melhor maneira de proteger seus aparelhos. Saiba como preveni-los.

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    23 nov/15
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    09 nov/15
    Como funciona o para-raios e por que somente ele não é suficiente para proteger os seus eletrônicos

    Não é incomum ouvir relatos de danos causados por raios, em que algum conhecido ou até você mesmo tenha tido um grande prejuízo por perder aparelhos conectados à tomada. Um importante sistema de proteção contra esses eventos é o para-raios, que apesar de muito utilizado já há alguns séculos, não tem seus princípios e suas funções tão difundidas.

    Tem ideia de como funciona o para-raios? Sabe que, além dele, vários outros dispositivos devem atuar como proteção contra raios e surtos na rede? Acompanhe este post e fique inteirado sobre o assunto!

    Como funciona o para-raios

    Raios são descargas elétricas que ocorrem dentro das nuvens, de uma para outra ou delas para a superfície da Terra. São sempre perigosos, em especial no último caso, por se tratarem de fenômenos de grande intensidade, carregando altíssimos valores de corrente elétrica, com potencial para queimar aparelhos elétricos e danificar instalações inteiras.

    O primeiro para-raios foi construído em 1752, por Benjamin Franklin, nos Estados Unidos. Com base nas suas experiências da área, incluindo a famosa pipa empinada durante uma tempestade, Franklin concebeu a proposta de instalar hastes de metal de grande altura, ligadas à terra, em lugares com alta incidência de descargas atmosféricas. A ideia inicial era atuar diretamente nas nuvens, impedindo a ocorrência dos raios, mas mesmo com eles acontecendo, passaram a ser atraídos pelas hastes e suas cargas, sendo direcionados para a terra.

    Atualmente

    O princípio do para-raios é, basicamente, o mesmo até hoje. Seu sistema é constituído por uma haste metálica, em geral cobre ou alumínio, ligada ao solo, por fios condutores também feitos desses metais. Em sua extremidade superior, existe uma coroa com três ou mais pontas revestida por platina, em função do forte calor gerado pelos raios.

    O para-raios sozinho não é suficiente

    Cada para-raios, ao atrair descargas de energia tão intensas, protege grandes áreas ao seu redor. Todo e qualquer caminho entre a nuvem e a Terra é um alvo em potencial, desde seres humanos até construções.

    Os para-raios assumem a função de desviar esse caminho, oferecendo-se como a melhor — mais curta do ponto de vista da energia elétrica e mais segura do ponto de vista humano — alternativa para as cargas até o solo. Mesmo com tamanha importância, o para-raios protege, essencialmente, a estrutura física do prédio e as pessoas dentro deste prédio, não evitando que a energia das descargas atinja as instalações elétricas. Os raios provocam surtos elétricos, que transitam pelas redes elétricas e de dados, atingindo as tomadas e os aparelhos dentro de sua casa.

    Equipamentos que ajudam a proteger seus aparelhos

    Como forma extremamente eficiente de proteger seus eletrônicos, o ideal é recorrer aos DPS (Dispositivos Protetores de Surtos), que possuem a função de desviar os surtos gerados pelas descargas atmosféricas e chaveamentos nas instalações elétricas residenciais e corporativas. Eles podem ser instalados nos quadros de distribuição ou em cada tomada, protegendo individualmente aparelhos conectados à rede.

    O para-raios é um instrumento importantíssimo na proteção contra raios, ainda mais quando se trata do Brasil, o país com o maior índice de descargas atmosféricas do planeta. Não se pode ignorar também a sua contribuição ao longo do tempo para a urbanização e para a industrialização das cidades no mundo todo.

    Mas como ainda sofremos com esse fenômeno impossível de ser totalmente controlado, o máximo de cuidado é sempre bem-vindo. Por isso, os dispositivos de proteção contra surtos são aliados fundamentais, tanto quanto o para-raios.

    Entendeu como funciona o para-raios? Ficou com alguma dúvida sobre esse dispositivo ou sobre os DPS? Conte pra gente deixando um comentário aqui no post!

    Baixe também, gratuitamente, o Guia de Proteção Clamper e entenda mais sobre como proteger seus aparelhos elétricos.

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