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    26 set/13
    Sustentabilidade: celular com design de “Lego”


    O Phoneblock é um celular que você pode montar e desmontar como quiser, com conceito semelhante ao do “Lego” e que busca reduzir a geração de lixo eletrônico. A ideia é do designer holandês Dave Hakkens e mostra como é possível substituir recursos importantes de um smartphone, como seu processador ou sua bateria, tornando possível personalizar ou atualizar o seu aparelho sem a necessidade de adquirir um novo para isso.

    O vídeo do projeto alcançou mais de 4 milhões de visualizações no You Tube em poucos dias e faz sucesso tanto entre pessoas preocupadas com sustentabilidade quanto entre consumidores geeks, que aprovam a ideia de ter fácil controle sobre os recursos internos de um celular.

    Um bom exemplo de uso do aparelho é pensar em um usuário que goste de fotografias e que poderá  fazer um upgrade na câmera do seu aparelho, sem ter que comprar outro modelo. Os blocos do Phoneblock são ligados por condutores elétricos e, por isso, podem ser trocados a qualquer momento.

    Segundo os criadores do projeto, “os dispositivos eletrônicos não são feitos para durar” e é graças a isso que o setor de eletrônicos é um dos que apresenta maior desperdício de materiais e o Phoneblock é uma ótima alternativa para reduzir esse desperdício.

    Confira o vídeo do produto:

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    25 set/13
    Luminária flexível para interagir com a luz

    A criatividade humana impressiona, não é mesmo? Um designer alemão, Simon Frambach, parece ter abusado da sua criatividade e criou uma luminária muito interessante e o mais impressionante, flexível!

    A ideia de Simon recebeu o nome de Luminária Soft Light e vem recebendo elogios por essa flexibilidade. Criada para que as pessoas conseguissem tocar e sentir a luz, a peça é feita com uma macia espuma de poliuretano e pode ser colocada em lugares inusitados e até para ser usada como travesseiro.  “É um objeto que preenche espaços vazios”, explica Simon.

    Dê uma olhada nas imagens abaixo, confira a Soft Light e, claro, não se esqueça que até mesmo ela precisa ser protegida contra raios e surtos elétricos.

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    24 set/13
    Luva com pisca-pisca para ciclistas

    Pedalar faz bem. Ajuda a manter a forma, contribui com a saúde e ainda nos ajuda a driblar um dos maiores transtornos nas grandes cidades brasileiras: o trânsito. Essa alternativa de transporte saudável tem muitas vantagens, mas frente ao desrespeito de muitos motoristas pode ser bem perigosa, por isso, investir na segurança é fundamenta e uma novidade promete ser de grande ajuda.

    As chamadas Doppelganger Globes são luvas criadas para ajudar os ciclistas a serem vistos pelos motoristas, especialmente à noite e assim evitar os riscos de um atropelamento. Uma solução simples, mas muito interessante.

    As luvas possuem LEDs, que ficam nas costas das mãos, e são acionados por um botão, com o polegar. Por enquanto as Doppelganger Globes não estão à venda, mas com certeza farão muito sucesso entre os adeptos do ciclismo.

    A Clamper faz questão de incentivar atividades como o ciclismo e apoia iniciativas criativas para oferecer mais segurança e tranquilidade aos ciclistas, afinal, boas ideias iluminam o mundo!

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    23 set/13
    Brasil recua em planos de energia nuclear

    O Brasil provavelmente recuará em seus planos de novas usinas nucleares devido a preocupações com segurança após o vazamento de 2011 no Japão, e promoverá por outro lado uma “revolução” na energia eólica, disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.

    Tolmasquim disse à Reuters que era “improvável” que o governo mantenha seus planos de construir quatro novas usinas nucleares até 2030 para atender a crescente demanda por eletricidade. Ele se recusou a informar quantas usinas serão construídas.

    Os comentários de Tolmasquim, parte de uma avaliação mais ampla dos planos estratégicos de longo prazo do país para geração de energia elétrica, ressaltaram as dúvidas globais quanto à energia nuclear mais de dois anos depois do terremoto seguido de tsunami que levou a um acidente na usina de Fukushima, no Japão. “Depois do Japão, as coisas foram colocadas em espera”, disse Tolmasquim em entrevista na semana passada. “Não abandonamos (os planos)… mas eles também não foram retomados. Não é uma prioridade para nós neste momento”, avaliou.

    O Brasil ainda não iniciou o processo das unidades projetadas para ficarem prontas em 2030. A usina atualmente em construção, Angra 3, é construída com tecnologia alemã da Siemens-KWU. O Brasil, segundo Tolmasquim é o mercado para novas fontes de eletricidade confiáveis, limpas e baratas. A rede de energia do país atualmente se baseia em usinas hidrelétricas para cerca de 75% de sua demanda.

    Além disso, a média de preços da energia eólica no Brasil caiu de R$ 148 por megawatt-hora no fim de 2009 para R$ 110 por megawatt hora este ano. “Este é o momento da energia eólica”, disse. “Houve uma revolução em termos de custos”, acredita.

    Fonte: Portal Terra

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    19 set/13
    LG promove TV com queda de meteoro na cidade

    Que estratégia poderia ser melhor para promover uma TV com excelente qualidade de imagem, que utilizar sua imagem para confundir os telespectadores? Foi com esse conceito que a LG do Chile realizou uma ação muito inteligente e fez com que as pessoas acreditassem que as imagens que viam na tela estavam, de fato, acontecendo.

    Para causar o “impacto” desejado, a LG montou uma sala de entrevistas e substituiu a janela, atrás do entrevistador, por sua TV de 82 polegadas “Ultra HD”. Os candidatos foram sendo chamados para a entrevista e quando menos esperavam, tiveram uma surpresa e um grande susto que você confere no vídeo abaixo.

    Ah! E não se esqueça de que até uma super TV como essa precisa estar bem protegida contra raios e surtos elétricos, portanto, invista nos DPS da Clamper!

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    18 set/13
    Sistema detecta gatos na rede elétrica e sobrecargas no sistema

    Na semana passada você viu aqui o perigo dos “gatos” na rede elétrica. Agora, um sistema desenvolvido por estudantes da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) consegue identificar se está havendo roubo de energia (gato) ou outra falha sistêmica quase que instantaneamente e pode corrigir rapidamente o problema.

    Sistema Eletrônico de Gerenciamento de Carga da Rede Secundária de Distribuição, sim, o nome é complexo, mas, em miúdos, faz o controle total da distribuição e consumo de energia na casa do consumidor.

    O equipamento, invenção dos estudantes Raphael Valle, Jessé Nogueira e Saulo Monteiro, também permite que as concessionárias recebam informações sobre interrupções no fornecimento de energia em tempo real e monitorem os transformadores da rede elétrica, o que permite prever a troca dos equipamentos e outros tipos de manutenção.

    Como funciona

    O SGT recebe, em tempo real, dados relativos ao nível de tensão, corrente, temperatura, potência entregue e fator de potência dos transformadores e respectivas redes de distribuição, através de Unidades Remotas instaladas nos postos de transformação (onde o transformador de distribuição é instalado).

    O sistema se comunica via GPRS com um Centro de Operação onde fica instalado o Sistema de Supervisão. Na ocorrência de algum evento crítico, como um blackout, a Unidade Remota comunica a Central de Operação. Com essas informações, a distribuidora poderá realizar procedimentos de verificação ou reparos necessários.

    “Dessa forma, a concessionária de energia elétrica passa a ter completo conhecimento das condições de operação dos transformadores instalados e redes de distribuição, sendo capaz de promover ações preditivas, antecipando-se às ocorrências de problemas”, disse Raphael.

    Ele também destacou que, no Brasil, ainda não foi desenvolvido nenhum outro equipamento com características funcionais e custo equivalente ao SGT criado por alunos da UEA, no Amazonas.

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